Pular para o conteúdo

Artigo 13 min de leitura

GEO pela origem: o que o artigo que criou a sigla mediu, e o que Google e Bing dizem

por Daniel Sócrates publicado em

Imagine que chega uma proposta de GEO para a sua empresa. No segundo slide, a frase de efeito: um estudo de Princeton comprovou até 40% a mais de visibilidade nas respostas de IA. Tem nome de universidade e tem número redondo.

O estudo existe e passou por uma conferência séria. O que quase ninguém conta é o que ele mediu, com qual motor e em que condição. Este texto abre o artigo que criou a sigla GEO. Depois coloca ao lado o que o Google e o Bing escrevem sobre otimizar para IA. Onde o estudo e as plataformas discordam, eu mostro.

A briga de nomes entre as siglas já tem página própria, a de LLMO, GEO e AEO. O mapa do assunto inteiro está em SEO para IA. Aqui o assunto é a prova.

De onde veio a sigla GEO

A sigla nasceu num artigo acadêmico. “GEO: Generative Engine Optimization” entrou no arXiv em 16 de novembro de 2023, assinado por seis autores. 1 Na primeira versão, eles aparecem ligados a Princeton, Georgia Tech, Allen Institute for AI e IIT Delhi. 1 O trabalho foi aceito na KDD 2024, conferência de mineração de dados realizada em Barcelona. 1

Os autores deram nome a uma categoria. Motor generativo, na definição deles, é o sistema que busca documentos e escreve uma resposta apoiada neles. 1 GEO seria o trabalho do dono do site para ganhar espaço nessa resposta. 1

O ponto de partida é uma preocupação com quem produz conteúdo. A resposta pronta dispensa a visita ao site. E quem escreve tem pouco ou nenhum controle sobre quando e como o seu texto aparece. 1

O motor que o estudo montou

Pense numa cozinha de teste. Em vez de provar o prato no restaurante, o pesquisador monta um fogão em casa. Ele escolhe os ingredientes, controla o fogo e mede o efeito de cada tempero.

O estudo fez isso com a busca. Para cada pergunta, os autores pegaram os cinco primeiros resultados do Google. 1 Entregaram o texto desses cinco sites ao GPT-3.5-turbo, com a ordem de responder citando as fontes. 1 Depois reescreveram uma das cinco fontes e mediram de novo. 1 Isso se chama motor simulado.

A reescrita também foi feita por IA. Um modelo de linguagem recebia a instrução de aplicar uma receita ao texto da fonte. 1 Foram nove receitas. 1 Três acrescentavam material: citar fontes, incluir citação direta e repetir palavras da pergunta. As outras seis mexiam na forma: tom de autoridade, estatística no lugar de descrição, fluência, linguagem simples, palavras raras e termos técnicos. 1

As perguntas vieram de um banco montado pelos autores, o GEO-bench. São 10 mil perguntas de nove origens. 1 Há buscas reais do Bing e do Google e perguntas de um fórum do Reddit. Há também questões de ensaio de Oxford, debates e perguntas geradas pelo GPT-4. 1 Oito em cada dez perguntas são informativas. 1 Os resultados saíram da parte de teste do banco, com mil perguntas. 1

O que o estudo chamou de visibilidade

Imagine uma pizza dividida entre os cinco sites de cada resposta. A fatia de cada um é o quanto do texto da IA saiu dele. Frase citada no começo da resposta pesa mais que frase citada no fim. 1 Isso se chama contagem de palavras ajustada pela posição, a métrica principal do artigo.

A pizza tem tamanho fixo. As notas de todas as fontes de uma resposta somam sempre um. 1 Quando uma fatia cresce, outra encolhe.

Havia uma segunda régua, a impressão subjetiva. Nela, o próprio GPT-3.5 servia de juiz. Ele dava notas para relevância, influência e chance de clique de cada citação, entre outras facetas. 1

Repare no que as duas réguas deixam de fora. Nenhuma pergunta se o site entrou na lista dos cinco. Os cinco já estavam lá, escolhidos pelo Google.

As receitas que ganharam e as que perderam

Três receitas ficaram na frente: citar fontes, acrescentar citação direta e incluir estatística. No teste, elas melhoraram a métrica principal entre 30% e 40%. 1 A melhor foi a citação direta. A fatia média da fonte reescrita subiu de 19,3 para 27,2 pontos, cerca de 41%. 1 É daí que sai o “até 40%” dos slides.

Encher o texto de palavras da pergunta deu o resultado oposto. A técnica mais velha do SEO ficou abaixo do texto original, com 17,7 pontos. 1 O tom autoritário não trouxe ganho significativo, segundo os autores. 1 Texto mais fluente e linguagem mais simples ajudaram. 1

Numa das análises, os autores cruzaram o ganho com a posição que cada fonte tinha no Google. Citar fontes elevou em 115,1% a fatia de quem estava em quinto lugar. A mesma receita derrubou em 30,3% a fatia do primeiro colocado. 1 Os autores leem isso como democratização, com o site pequeno ganhando espaço. 1 Com a pizza de tamanho fixo, a leitura tem o outro lado. Alguém pagou aquela fatia.

O teste na Perplexity

O artigo tem uma seção chamada “GEO in the Wild”, o GEO no mundo real. Ali as receitas foram testadas na Perplexity, um motor comercial. 1 O detalhe decisivo está no apêndice. A Perplexity não deixava escolher as páginas de origem. Os autores então subiram o texto das fontes como arquivo e pediram respostas só com base neles. 1 O teste usou 200 perguntas. 1

Na Perplexity, a citação direta de novo ficou na frente, 22% acima da base na métrica principal. 1 O excesso de palavras da pergunta ficou 10% abaixo. 1 O resultado confirma o laboratório. E é, de novo, um teste com as fontes entregues na mão. A busca da Perplexity não escolheu nenhuma delas.

Os limites, contados pelo artigo e por quem veio depois

A seção de limitações do artigo é curta e honesta. Os autores escrevem que não avaliaram o efeito das receitas no ranking dos buscadores. 1 Avisam que os métodos podem precisar de ajuste conforme os motores mudam. 1 E arriscam uma previsão. Com janelas de contexto maiores, os modelos leriam mais fontes, e o ranking pesaria menos. 1 O artigo não mediu essa previsão.

Em julho de 2026, Olivier Martinez publicou uma revisão crítica de 45 estudos sobre GEO. É um preprint de autor único, sem revisão por pares. 2 A conclusão dele sobre o artigo fundador é direta. Os ganhos valem dentro do experimento, com a fonte já presente num contexto fixo. 2 Eles não provam descoberta orgânica nem efeito duradouro no tráfego. 2

Juntando as duas leituras, três pontos não atravessam para o seu site sem ajuste. O motor é de 2023, com GPT-3.5 e cinco fontes, e os próprios autores avisam que métodos envelhecem. 1 A fonte testada já estava entre as cinco entregues ao modelo antes da receita. 1 2 E as réguas medem fatia relativa de texto e nota dada por outra IA. 1 Clique, venda e citação com o nome da marca ficaram fora da conta.

O que o Google diz sobre otimizar para IA generativa

O Google publicou um guia sobre os recursos de IA da Busca, atualizado em 10 de julho de 2026. 3 Nele, cita as siglas AEO e GEO pelo nome. E fecha o assunto assim: “From Google Search’s perspective, optimizing for generative AI search is optimizing for the search experience, and thus still SEO.” 3 Da perspectiva da Busca do Google, otimizar para a busca generativa continua sendo SEO.

O mesmo guia lista o que dá para ignorar na Busca do Google. Picar o conteúdo em pedaços pequenos para a IA entender não é exigência. 3 Ninguém precisa escrever de um jeito específico para a busca generativa. 3 Arquivo llms.txt e marcação especial para IA não mudam nada na Busca. 3 E caçar menções inautênticas pela web ajuda menos do que parece. 3

Outra página do Google trata de ferramentas e conselhos de terceiros. Ela cita as ferramentas de “AEO” ou “GEO” que prometem melhora nas experiências de IA. 4 Avisa que não avalia serviços de terceiros. E que usar uma ferramenta não garante sucesso no ranking. 4

O limite vem colado, e eu repito sempre que cito essa frase. É o Google falando do próprio sistema, e ele tem interesse no assunto. A frase não cobre ChatGPT, Perplexity nem Copilot. O caminho em ordem, com a documentação do Google porta a porta, está em como aparecer nas respostas da IA.

O que o Bing documenta

O Bing foi mais longe num ponto. Ele usa a sigla GEO dentro das próprias Diretrizes para Webmasters. 5 O primeiro item das diretrizes tem título claro: os fundamentos de SEO continuam valendo para o grounding e as experiências de IA. 5 O texto diz que o Bing e o Copilot se apoiam na mesma base de rastreio, indexação e ranqueamento da busca tradicional. 5

Mais adiante, a página define GEO como o foco na elegibilidade do conteúdo para servir de base e referência nas respostas de IA. 5 Na mesma frase em que fala de SEO, escreve que GEO não garante grounding nem citação. 5

A página traz uma lista de abusos. Conteúdo deve ser feito para usuários, sem mirar a manipulação do ranking ou a provocação de citações. 5 Tentar manipular os modelos de linguagem do Bing ou do Copilot pode tirar o site das experiências de busca. 5 Reescrever de leve o conteúdo alheio, sem ideia nova, conta como cópia. 5

O que o Bing pede no lugar disso cabe em três linhas. Fatos e definições explícitos. Afirmação importante que não dependa do que ficou subentendido. Página que se sustenta sozinha. 5 A página não traz data de atualização, e a nota registra o dia da leitura. As citações do seu site no Copilot aparecem no relatório AI Performance do Bing.

Onde o estudo e as plataformas discordam

A primeira discordância é de princípio. O artigo escreve que os métodos tradicionais de SEO não se aplicam diretamente aos motores generativos, e que são precisas técnicas novas. 1 O Google chama o trabalho de SEO. 3 O Bing diz que os fundamentos de SEO continuam valendo. 5

Aqui é onde quase ninguém olhou. O motor do próprio artigo buscava as fontes nos cinco primeiros do Google. 1 No teste que criou a sigla, entrar na resposta dependia de ranquear na busca. A receita só agia depois dessa porta. Essa leitura é minha, e sai da seção 3.1 do artigo.

A segunda discordância é sobre escrita. No artigo, reescrever a fonte mudou a fatia dela na resposta. 1 O Google diz que ninguém precisa escrever de um jeito específico para a IA. 3 O Bing condena a linguagem fabricada para provocar citação. 5

Há também concordância, mais do que o mercado admite. Encher o texto de palavras-chave falhou no laboratório, falhou na Perplexity e está na lista de abusos do Bing. 1 5 As receitas vencedoras foram citar fontes, trazer números e citar especialistas. Elas se parecem com o conteúdo que vai além do conhecimento comum, que o Google pede. 3 E com o fato explícito que o Bing pede. 5 Na minha leitura das três fontes juntas, sobreviveu no teste o que deixa o texto mais fácil de conferir.

O que a busca por “geo seo” mostra hoje

Medi a busca “geo seo” em 14 de setembro de 2026, duas vezes. Uma no Semrush, base Brasil. Outra ao vivo, no Google Brasil. 6 O termo tem 390 buscas por mês no Semrush. 6 Os dez primeiros do retrato do Semrush tratam de Generative Engine Optimization. Ao vivo, os nove resultados da web também. 6 Nessa combinação, a sigla está limpa.

A versão com “marketing” tem outro dono. Em “geo marketing”, os dez primeiros do Semrush tratam de marketing por localização. 7 Essa medição está nas armadilhas de volume. Mesmo em “geo seo”, um resultado traduzido pelo Google chamou GEO de “otimização geográfica”. 6

O resumo de IA no topo da página ao vivo diz que o GEO usa frases curtas, dados estruturados e fatos verificáveis. 6 E recomenda listas, tabelas e resumos fáceis de resumir. 6 Compare com o guia do próprio Google. Ele diz que picar o conteúdo não é exigência e que dado estruturado não é requisito para a busca generativa. 3 A IA da Busca repetiu o que o mercado escreve. O manual da casa diz outra coisa.

Li os primeiros resultados. A Alura atribui o estudo a Princeton e Georgia Tech, as afiliações da primeira versão, e repete a faixa de 30% a 40%. 8 O texto não descreve o motor nem as cinco fontes. 8 A Conversion, primeira colocada ao vivo, trata GEO como uma subárea do SEO. 9 Nenhuma das duas traz link para o artigo nem para a documentação do Google ou do Bing. 8 9

A pergunta certa para a próxima proposta de GEO

A partir de agora, quando alguém mostrar o “até 40%”, você sabe de onde ele veio. Veio de um motor montado em 2023, com as fontes já escolhidas pelo Google. E mediu a fatia de texto de uma fonte entre cinco. 1

Faça três perguntas a quem vende. Em qual motor o número foi medido? O que foi medido: fatia de texto, citação com o nome da marca ou visita? A minha página estava entre as fontes consultadas antes da receita? Se ninguém souber responder à terceira, o número de 2023 não diz nada sobre o seu site. E nem o Bing, que usa a sigla nas diretrizes, promete citação. 5

O primeiro passo é físico e leva dez minutos. Abra o artigo no arXiv e leia a seção 3.1, de meia página. Ela descreve o motor inteiro. Depois abra a proposta que você recebeu e procure se ela conta a mesma coisa.

Perguntas frequentes

O que é GEO em SEO?

GEO é a sigla de Generative Engine Optimization, a otimização para motores generativos. O termo nasceu num artigo de 2023, como o trabalho de ganhar espaço nas respostas escritas por IA. 1 O Google trata esse trabalho como SEO. 3 O Bing descreve GEO como o foco na elegibilidade do conteúdo para servir de base às respostas de IA. 5

O estudo de Princeton prova que GEO aumenta a visibilidade em 40%?

Ele mediu cerca de 41% de ganho numa métrica de fatia de texto, para uma receita, num motor montado pelos autores. 1 As cinco fontes de cada resposta já tinham sido escolhidas pelo Google. 1 Uma revisão de 2026 conclui que o ganho vale com a fonte já dentro do contexto, sem provar descoberta orgânica. 2

GEO garante que a minha empresa seja citada pela IA?

Não. As diretrizes do Bing escrevem que GEO não garante grounding nem citação. 5 O Google escreve que indexação e exibição não são garantidas, mesmo com todos os requisitos cumpridos. 3

Encher o texto de palavras-chave ajuda a aparecer na IA?

No teste do artigo, piorou. A fonte recheada de palavras da pergunta ficou abaixo do texto original. 1 Na Perplexity, ficou 10% abaixo da base. 1 O Bing põe a repetição excessiva e a linguagem artificial entre as práticas que reduzem visibilidade. 5

Notas e fontes

  1. Pranjal Aggarwal, Vishvak Murahari, Tanmay Rajpurohit, Ashwin Kalyan, Karthik Narasimhan e Ameet Deshpande, “GEO: Generative Engine Optimization”, arXiv 2311.09735, primeira versão em 16 de novembro de 2023, segunda em 28 de maio de 2024, terceira em 28 de junho de 2024, aceito no KDD 2024 (Barcelona, agosto de 2024), DOI 10.1145/3637528.3671900, https://arxiv.org/abs/2311.09735, com a terceira versão lida em https://arxiv.org/html/2311.09735v3 e a primeira em https://arxiv.org/pdf/2311.09735v1. Acesso em 14 de setembro de 2026. Afiliações da primeira versão: Princeton University, Georgia Tech, The Allen Institute for AI e IIT Delhi; na terceira, Princeton, IIT Delhi e dois autores independentes. O motor: “only the top 5 sources are fetched from the Google search engine for every query”, com resposta do gpt3.5-turbo (seção 3.1). As receitas aplicadas por um modelo de linguagem a uma fonte sorteada por pergunta (seção 2.2.2). O GEO-bench: 10 mil perguntas de nove origens, 80% informativas, teste com mil (seções 3.2 e 3.3). A normalização: “the sum of the impressions of all citations in a response equals 1” (seção 3.4). Tabela 1, métrica principal, subcoluna Overall: sem otimização 19,3; Quotation Addition 27,2; Statistics Addition 25,2; Cite Sources 24,6; Keyword Stuffing 17,7. Ganho de 30% a 40% das três melhores e ausência de ganho significativo do tom autoritário (seção 4). Os 115,1% da fonte em quinto lugar e os 30,3% de queda da primeira (seção 5.2 e Tabela 2; o texto da seção remete à Tabela 3, e os números estão na 2). Perplexity: “we instead provide source text as file uploads”, 200 exemplos, 22% de ganho da citação direta e 10% de perda do excesso de palavras-chave (seção 6 e apêndice C.1). Limites e previsão sobre janelas de contexto (seção 9). A tese de que os métodos tradicionais de SEO “are not directly applicable to Generative Engines” (seção 2.2).
  2. Olivier Martinez, “Optimizing Visibility in Generative Engines: A Critical Survey of Generative Engine Optimization (2023-2026)”, arXiv 2607.14035, 15 de julho de 2026, preprint de autor único, https://arxiv.org/abs/2607.14035. Acesso em 14 de setembro de 2026. “The foundational paper’s widely cited gains are valid within its experimental setting but conditional on a source already being present in a fixed context; they establish neither organic discoverability nor durable traffic effects.”
  3. Google Search Central, “Optimizing your website for generative AI features on Google Search”, https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/ai-optimization-guide, página atualizada em 10 de julho de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Saem daqui a frase do “still SEO”, no bloco que nomeia AEO e GEO; “There’s no requirement to break your content into tiny pieces”; “You don’t need to write in a specific way just for generative AI search”; arquivos de texto para IA e marcação especial ignorados pela Busca; menções inautênticas; “Structured data isn’t required for generative AI search”; conteúdo “non-commodity”, que vá “beyond common knowledge”; e “Indexing and serving aren’t guaranteed.”
  4. Google Search Central, “Google Search’s guidance on using third-party SEO tools, services, and advice”, https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/third-party-seo, página atualizada em 5 de junho de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Serviços “Promising improvements for AI experiences and search formats (also known as “AEO” or “GEO” tools)”; “Google doesn’t evaluate third-party services”; “using a service or tool doesn’t guarantee ranking success”.
  5. Bing Webmaster Tools, “Bing Webmaster Guidelines”, https://www.bing.com/webmasters/help/webmaster-guidelines-30fba23a, página sem data, lida no navegador. Acesso em 14 de setembro de 2026. Item 1, “SEO Fundamentals Still Apply to Grounding and AI Experiences”: “Bing and Copilot search experiences rely on the same core crawling, indexing, and ranking foundation as traditional search.” Seção de abusos: “Generative Engine Optimization (GEO) focuses on content eligibility for grounding and reference in AI responses.” “SEO does not guarantee rankings or traffic, and GEO does not guarantee grounding or citations in AI experiences.” “Content should be created for users, not to manipulate ranking systems or trigger citations or AI responses.” Reescrita leve “without new insight or perspective is considered scraping”; prompt injection e manipulação de IA podem levar a “reduced visibility or removal from search experiences”. Item 15: “Facts and definitions are explicit” e “Key statements do not rely on implied content”.
  6. Medição própria da SEO Genome, 14 de setembro de 2026. Semrush, base Brasil: “geo seo” com 390 buscas por mês e dificuldade 24; os dez primeiros orgânicos tratam de Generative Engine Optimization. Google Brasil ao vivo, com personalização desligada: nove resultados da web, todos sobre o mesmo assunto; o snippet traduzido pelo Google do blog da Contentful diz “A otimização geográfica (GEO) difere do SEO”; a visão geral criada por IA diz que “O GEO usa frases curtas, dados estruturados e fatos verificáveis” e recomenda “Use listas, tabelas e resumos fáceis de resumir”.
  7. Medição própria da SEO Genome na busca “geo marketing”, Semrush base Brasil e Google Brasil, 14 de setembro de 2026, registrada na página de armadilhas de volume deste site.
  8. Fabrício Carraro, “GEO: o que é Generative Engine Optimization e como otimizar conteúdo para IAs”, Alura, 6 de maio de 2026, https://www.alura.com.br/artigos/geo-generative-engine-optimization. Acesso em 14 de setembro de 2026. “formalizado academicamente em novembro de 2023 por pesquisadores das universidades de Princeton e Georgia Tech”; três estratégias “com melhorias de visibilidade entre 30% e 40%”. A página não traz link para o arXiv, o Google ou o Bing.
  9. Diego Ivo, “SEO vs GEO: entenda as diferenças e como cada um funciona”, Conversion, 23 de junho de 2025, atualizado em 22 de fevereiro de 2026, https://www.conversion.com.br/blog/seo-vs-geo/. Acesso em 14 de setembro de 2026. “Generative Engine Optimization (GEO) é uma sub-área do SEO focada especificamente em otimização para engines de Inteligência Artificial Generativa.” A página não traz link para o arXiv, o Google ou o Bing.

Quer ver a SEO Genome com mais frequência no Google? Marque o site como fonte preferencial.

Daniel Sócrates

Fundador e CEO da SEO Genome

Autor de SEO de Entidade. Escreve sobre o que a casa aplica em cliente.

danielsocrates.com.br

Vamos ver o que a máquina entende da sua empresa

Uma conversa de diagnóstico, sem apresentação de slides. Você traz o endereço do seu site. A gente traz o que o Google e as IAs já sabem sobre ele hoje.

Falar no WhatsApp