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Grafo de conhecimento do Google: o que é, de onde puxa os fatos e como conferir
por Daniel Sócrates publicado em
Alguém da agência disse que a sua empresa precisa entrar no grafo de conhecimento do Google. Você anotou a expressão e foi procurar à noite.
O Google devolveu IBM, SAP, Neo4j e tutoriais de inteligência artificial. Todos explicam como montar um grafo dentro de uma empresa. Nenhum fala da sua empresa dentro do Google. 1
A busca não errou. O termo é maior que o Google, e a primeira página trata do sentido geral. Esta página faz um recorte e fica nele. Aqui, grafo de conhecimento é o que o Google mantém sobre o mundo, onde a sua empresa pode estar ou não.
Vou por cinco perguntas. O que é esse grafo, de onde ele puxa os fatos e como conferir se uma entidade está nele. Depois, o que ele não é e o que fica na sua mão.
Um quadro de cortiça com barbante
Lembra do quadro de investigação dos filmes policiais? Fotos presas com alfinete, e barbante vermelho ligando uma à outra. O suspeito liga à testemunha, que liga ao carro, que liga ao endereço.
Cada foto é uma coisa. Cada barbante é uma relação entre duas coisas, com um nome escrito nele. Mora em. Trabalha para. Fundou. Isso se chama grafo de conhecimento.
Qualquer empresa pode montar o seu, e é disso que falam os resultados da IBM e da SAP. O Google montou um sobre o mundo inteiro. Deu nome a ele em 16 de maio de 2012: Knowledge Graph. 2
O anúncio, assinado por Amit Singhal, explica a palavra com humor. Um modelo que entende as coisas do mundo real e as relações entre elas é, no jargão dos engenheiros, um grafo. 2 O título do post carregava a ideia inteira: coisas, não sequências de letras.
O que essa virada mudou na busca está no artigo sobre a diferença entre SEO tradicional e semântico. Como um nome vira uma coisa registrada, com os números do lançamento, está em como o Google registra empresas, pessoas e lugares.
Um detalhe de vocabulário ajuda quem pesquisa em português. A ajuda do Google em português chama o Knowledge Graph de “Mapa de informações”. 3 A mesma página avisa que pode ter tradução feita por IA. No original em inglês, está Knowledge Graph. 3 4
De onde o grafo puxa os fatos
O Google descreveu as fontes do grafo duas vezes, com oito anos de distância.
Em 2012, o anúncio citava fontes públicas como o Freebase, a Wikipédia e o CIA World Factbook. Dizia também que o grafo era ajustado pelo que as pessoas buscam e pelo que o Google encontra na web. 2
Em 20 de maio de 2020, Danny Sullivan, do Google, voltou ao assunto. O grafo junta material publicado na web e bases de dados abertas e licenciadas. 5 Os painéis de música, esporte e TV usam dados licenciados. Os de saúde usam conteúdo preparado com provedores médicos. 5
Uma fonte dessa lista interessa a você diretamente. O post fala de um código especial que o dono do conteúdo pode usar, por exemplo para anunciar um evento. 5 É a marcação que você escreve na sua própria página.
A ajuda dos painéis completa o quadro. Em alguns temas, o Google trabalha com parceiros de dados. E parte do que aparece pode vir de entidades verificadas, que sugeriram correções nos próprios fatos. 4
O que o anúncio de fechamento do Freebase ensina
O Freebase veio para o Google com a compra da Metaweb, em 2010, e virou a fundação do grafo. 6 A compra e as datas do fechamento estão no artigo sobre entidades que citei acima. Aqui interessa o texto do anúncio, pouco lido.
Em 16 de dezembro de 2014, a equipe do Knowledge Graph publicou o aviso. O Google ajudaria a levar os dados do Freebase para o Wikidata, a base aberta mantida pela comunidade da Wikimedia. 7 E o serviço fecharia em meados de 2015, como projeto independente. 7
Duas frases do aviso contam mais que as datas. A primeira promete, antes do fechamento, uma API nova de busca de entidades, alimentada pelo Knowledge Graph. 7 É a janela que você vai usar daqui a pouco.
A segunda explica por que não dava para despejar tudo no Wikidata. Boa parte dos fatos do Freebase tinha vindo da Wikipédia. E estava atribuída à Wikipédia, sem a fonte original por trás. 7 Carregar assim não cumpria as regras de citação da comunidade do Wikidata. 7 O plano era uma ferramenta para casar cada fato com uma citação possível. 7
Leia de novo com a sua empresa na cabeça. Nem o Google pôde carregar fato numa base aberta sem mostrar de onde ele veio.
Hoje, a página do Freebase no site de desenvolvedores do Google resume a história. Foi um projeto de compartilhamento de dados que funcionou de 2007 a 2015, e a API dele foi desligada. 8
Como conferir se uma entidade está no grafo
Dois José Carlos da Silva entram na mesma agência bancária, no mesmo dia. O caixa não confunde os dois. Ele olha o CPF, e o nome vira só o que aparece na tela.
O grafo faz o mesmo com cada coisa registrada. Cada uma recebe um código único, gerado e usado pelo próprio grafo. 9 Isso se chama identificador de máquina, ou MID, na sigla em inglês.
A janela oficial: a API de busca do Knowledge Graph
O Google mantém uma API para encontrar entidades no grafo, a Knowledge Graph Search API. 10 Você
manda um nome e ela devolve as entidades que batem com ele. Cada uma vem com nome, descrição, site
oficial, @id e resultScore. 11
No exemplo da própria documentação, a busca por Taylor Swift devolve o identificador
kg:/m/0dl567. 10
A consulta pede uma chave de API em toda requisição, criada no console do Google Cloud. 12 É tarefa de programador, e a consulta inteira cabe numa linha de endereço. 10
A documentação traz três avisos, e eles pesam. A API é só de leitura. Não serve como serviço crítico de produção. E está sendo migrada para o Enterprise Knowledge Graph, do Google Cloud. 10
Um quarto aviso muda o que você espera ver. A API devolve entidades uma a uma, sem a rede de relações entre elas. Para quem precisa da rede, a própria documentação indica os arquivos do Wikidata. 10
Os formatos /m/ e /g/
Os identificadores aparecem em dois formatos. A documentação do Google Cloud fala em MIDs /m e
/g, e diz que os dois continuam valendo para consulta. 9 O formato /m/ vem do Freebase: a página
dele mostra identificadores como /m/012rkqx. 8
Não achei documento do Google que diga quando o /g/ começou. O Wikidata guarda os dois em campos
separados. A propriedade P646 recebe o identificador do Freebase. A P2671 recebe o do Knowledge
Graph que começa com /g/. 13
Esses campos servem de ponte para conferir. O item do Taj Mahal no Wikidata registra o identificador
/m/0l8cb. 13
O endereço com kgmid
Existe um atalho sem documento do Google, e por isso ele vem marcado. Em 14 de setembro de 2026,
abri no navegador google.com/search?kgmid=%2Fm%2F0l8cb, que é o /m/0l8cb com as barras
codificadas. O Google abriu a busca do Taj Mahal, o monumento. 14
Procurei o parâmetro kgmid na documentação oficial e não achei explicação. Trate como observação
minha, que pode mudar sem aviso. 14
Como ler o que voltar
Se a API devolver uma entidade, olhe três campos. O nome está escrito do jeito que você escreve? A descrição diz o que a empresa faz? O campo de site aponta para o seu domínio? 11
O resultScore merece cuidado. A documentação o define como um indicador de quanto a entidade bateu
com os critérios da consulta. 11 Ele fala da consulta, e não da força da sua marca.
Se nada voltar, você tem um resultado vazio num dia específico. O livro SEO de Entidade manda anotar com data e tratar como indício. 6 Se voltar outra coisa com nome parecido, você achou um homônimo, e isso também é informação. 6
Quatro confusões sobre o grafo
Painel e grafo. A ajuda do Google define os painéis como caixas que aparecem quando você busca entidades que estão no Knowledge Graph. 4 O painel é uma das saídas do grafo. No celular, diz o post de 2020, a informação do grafo muitas vezes aparece espalhada entre os resultados. 5 A peça sobre o Knowledge Panel usa a imagem da vitrine de museu, que acompanha o catálogo.
Garantia de exibição. Os painéis são gerados automaticamente. 4 Nos documentos do Google lidos para esta página, não achei regra que prometa painel a toda entidade do grafo. 5 4 Quem promete painel com data está prometendo uma decisão que é do sistema.
Cadastro. Não existe formulário de inclusão de entidade. O porquê está no artigo sobre entidades, junto com o canal de correção dos painéis que já estão no ar.
Wikidata. O Wikidata é a base aberta que recebeu os dados do Freebase, com ajuda do Google. 7 O grafo é do Google, e o próprio Google diz que puxa de centenas de fontes. 5
O que fica na sua mão
Você não edita o grafo. O que fica na sua mão é o material que ele encontra sobre você, em três frentes.
Casa oficial. Uma página só, num endereço que não muda, dizendo quem a empresa é. É a entity home, e tudo o que vem depois aponta para ela.
Declaração sameAs. A documentação do Google sobre dados de organização descreve esse campo.
Ele leva o endereço de uma página em outro site com mais informação sobre a empresa, como um perfil
em rede social. 15 A mesma página diz que a marcação ajuda o Google a diferenciar a sua organização
das outras nos resultados. 15 O livro dá a regra prática. O domínio que recebe a corroboração de
fora é o que declara o sameAs para o resto. 16
Corroboração de identidade. Fontes que você não controla afirmando os mesmos fatos sobre você, com as mesmas palavras. 6 Associação do setor, conselho profissional, imprensa com apuração própria. Você não escreve essas fontes. Cuida para que o fato que chega a elas seja o mesmo da sua casa oficial.
O item no Wikidata vem por último, e a ordem está no artigo sobre Wikidata e notabilidade. O mapa inteiro do trabalho está no território de SEO de entidade. Nenhuma dessas frentes tem data de chegada.
A consulta que você pede nesta semana
A partir de agora, quando alguém disser que a sua empresa precisa entrar no grafo, devolva uma pergunta. Com qual identificador ela está lá hoje?
Peça a quem cuida do seu site uma consulta à API, com o nome exato da empresa. Anote numa folha o
@id, a descrição e o site que voltarem, com a data. Se voltar vazio, anote o vazio.
Depois, abra a sua entity home ao lado da folha. Cada diferença entre as duas é trabalho de fonte, e a primeira linha dessa lista é o seu próximo passo.
Perguntas frequentes
“Mapa de informações” e grafo de conhecimento são a mesma coisa?
Sim. A ajuda do Google em português chama o Knowledge Graph de “Mapa de informações”, e os painéis de “Painéis de informações”. A página avisa que pode ter tradução feita por IA. 3
Estar no grafo garante Knowledge Panel?
Nos documentos oficiais lidos para esta página, não há promessa desse tipo. A ajuda descreve os painéis como gerados automaticamente para entidades do grafo. 4
O resultScore mede a força da minha marca?
Não. A documentação define o campo como indicador de quanto a entidade bateu com os critérios da consulta. 11 E avisa que a API não serve como serviço crítico de produção. 10
O grafo do Google é o Wikidata?
Não. O Wikidata é a base aberta da comunidade da Wikimedia que recebeu os dados do Freebase. 7 O grafo é do Google, e lê centenas de fontes. 5
Preciso de programador para conferir?
Para a API, sim, porque ela pede chave de API em toda consulta. 12 Buscar o nome exato em aba anônima mostra se há painel. Painel ausente não prova ausência no grafo, e essa leitura é minha, apoiada na definição da ajuda. 4
Notas e fontes
- Busca por “grafo de conhecimento” no Google Brasil, em aba própria, https://www.google.com.br/search?q=grafo+de+conhecimento&hl=pt-BR&gl=br&pws=0. Acesso em 14 de setembro de 2026. Primeira página: IBM, Neo4j, SAP, Wikipédia em inglês (verbete “Knowledge graph”), Alan Turing Institute, Graphwise, repositório da UFSC, Splunk e DataCamp, mais um anúncio da Neo4j. Nenhum resultado sobre o grafo do Google. O retrato do Semrush (base br, mesmo dia) tem o mesmo perfil: o primeiro endereço sobre o grafo do Google aparece na 19ª posição orgânica.
- Amit Singhal, “Introducing the Knowledge Graph: things, not strings”, blog oficial do Google, 16 de maio de 2012, https://blog.google/products-and-platforms/products/search/introducing-knowledge-graph-things-not/. Acesso em 14 de setembro de 2026. Assinatura: Amit Singhal, com o cargo “SVP, Engineering”. Trechos: o modelo descrito, “in geek-speak, a ‘graph’”, que “understands real-world entities and their relationships to one another: things, not strings”; “Google’s Knowledge Graph isn’t just rooted in public sources such as Freebase, Wikipedia and the CIA World Factbook”; e “it’s tuned based on what people search for, and what we find out on the web”.
- Google, Ajuda do Painel de informações, “Sobre ‘Painéis de informações’”, https://support.google.com/knowledgepanel/answer/9163198?hl=pt-BR, página sem data. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: os painéis “são caixas informativas que aparecem no Google quando você pesquisa entidades (pessoas, lugares, organizações, coisas) que estão no ‘Mapa de informações’”; e o aviso “Esta página pode ter conteúdo que foi traduzido com tecnologia de IA”. O original em inglês está na nota 4.
- Google, Knowledge Panel Help, “About knowledge panels”, https://support.google.com/knowledgepanel/answer/9163198?hl=en, página sem data. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Knowledge panels are information boxes that appear on Google when you search for entities (people, places, organizations, things) that are in the Knowledge Graph”; “Knowledge panels are automatically generated”; “In some cases, we may work with data partners who provide authoritative data on specific topics like movies or music”; e “some of the information displayed may also come from verified entities who have suggested edits to facts on their own knowledge panels”. A página não traz regra que garanta painel a toda entidade do grafo. A leitura de que painel ausente não prova ausência no grafo é do autor.
- Danny Sullivan, “A reintroduction to our Knowledge Graph and knowledge panels”, blog oficial do Google, 20 de maio de 2020, https://blog.google/products-and-platforms/products/search/about-knowledge-graph-and-knowledge-panels/. Acesso em 14 de setembro de 2026. Assinatura: Danny Sullivan, com o cargo “Public Liaison for Search”. Trechos: o grafo entende fatos sobre entidades a partir de “materials shared across the web, as well as from open source and licensed databases”; “We draw from hundreds of sources from across the web, including licensing data that appears in knowledge panels for music, sports and TV”; “We work with medical providers to create carefully vetted content for knowledge panels for health issues”; “We also draw from special coding that content owners can use, such as to indicate upcoming events”; e, sobre o celular, “information from the Knowledge Graph is often not presented through a single knowledge panel on mobile”. O post não traz regra de exibição para toda entidade do grafo.
- Daniel Sócrates, SEO de Entidade, 2026, capítulo 4, “O cartório do Google: como strings viram things”: a compra da Metaweb, dona do Freebase, em julho de 2010 (seção “A herança que foi doada”); a seção “A janela que ficou aberta” (consulta que devolve nada, ou outra coisa com nome parecido; resultado vazio anotado com data e tratado como indício) e a definição de corroboração de identidade, fontes independentes afirmando os mesmos fatos sobre a mesma coisa.
- The Knowledge Graph team at Google, anúncio de fechamento do Freebase, página do Freebase no Google+, 16 de dezembro de 2014, cópia do Internet Archive capturada em 29 de julho de 2017, https://web.archive.org/web/20170729170416/https://plus.google.com/109936836907132434202/posts/bu3z2wVqcQc?cfem=1. Acesso em 14 de setembro de 2026. É o endereço que a própria página do Freebase no site do Google indica como o anúncio (nota 8). Trechos: “we’ve decided to help transfer the data in Freebase to Wikidata, and in mid-2015 we’ll wind down the Freebase service as a standalone project”; “before we retire it, we’ll launch a new API for entity search powered by Google’s Knowledge Graph”; “Loading Freebase into Wikidata as-is wouldn’t meet the Wikidata community’s guidelines for citation and sourcing of facts”; “those facts were attributed to Wikipedia and not the actual original non-Wikipedia sources”; e “we’ll be launching a tool for Wikidata community members to match Freebase assertions to potential citations”. O aviso marca 31 de março de 2015 para a base virar só leitura e 30 de junho de 2015 para a aposentadoria do site e das APIs.
- Google for Developers, “Data Dumps”, Freebase API (Deprecated), https://developers.google.com/freebase, página atualizada em 20 de novembro de 2023. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “The Freebase API has been shut down”; “Freebase was a data-sharing project that ran from 2007 to 2015”; e “In Freebase, objects have MIDs that look like /m/012rkqx”.
- Google Cloud, “Understand Machine ID (MID)”, Enterprise Knowledge Graph,
https://docs.cloud.google.com/enterprise-knowledge-graph/docs/mid, página atualizada em 3 de
setembro de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “A machine ID, or MID, is a globally
unique identifier generated and used by a knowledge graph”; e “If you are already using /m or /g
MIDs, you can continue to look up the entities”. A página não data o formato
/g/. - Google for Developers, “Google Knowledge Graph Search API”, https://developers.google.com/knowledge-graph,
página atualizada em 26 de abril de 2024. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “The Knowledge
Graph Search API lets you find entities in the Google Knowledge Graph”; “we are migrating this API
to Cloud Enterprise Knowledge Graph”; “The Knowledge Graph Search API is a read-only API”; “This
API is not suitable for use as a production-critical service”; e “The Knowledge Graph Search API
returns only individual matching entities, rather than graphs of interconnected entities. If you
need the latter, we recommend using data dumps from Wikidata instead”. O exemplo da página,
uma consulta de uma linha a
kgsearch.googleapis.comcom o nome Taylor Swift, devolve"@id": "kg:/m/0dl567". - Google for Developers, “Method entities.search”, Knowledge Graph Search API,
https://developers.google.com/knowledge-graph/reference/rest/v1, página atualizada em 26 de junho
de 2024. Acesso em 14 de setembro de 2026. Definições dos campos:
@id, “The canonical URI for the entity”;url, “The official website URL of the entity, if available”; eresultScore, “An indicator of how well the entity matched the request constraints”. O roteiro de leitura em três campos é do autor. - Google for Developers, “Authorize Requests”, Knowledge Graph Search API, https://developers.google.com/knowledge-graph/how-tos/authorizing, página atualizada em 28 de agosto de 2025. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trecho: “Your application needs to identify itself every time it sends a request to the Google Knowledge Graph Search API, by including an API key with each request”. A chave é criada na página de credenciais do console.
- Wikidata, item Q9141 (Taj Mahal), https://www.wikidata.org/wiki/Q9141, e propriedade P2671,
https://www.wikidata.org/wiki/Property:P2671, consultados pela API pública do Wikidata. Acesso em
14 de setembro de 2026. O item registra na P646 (Freebase ID) o valor
/m/0l8cb. Descrição da P2671 em inglês: “identifier for Google Knowledge Graph API, starting with “/g/”. For IDs starting with “/m/”, use Freebase ID (P646)”. O Wikidata é editado por voluntários e não é documento do Google. - Observação do autor, endereço https://www.google.com/search?kgmid=%2Fm%2F0l8cb&hl=pt-BR&gl=br,
aberto em aba própria. Acesso em 14 de setembro de 2026. A aba abriu com o título Taj Mahal, seguido
de Pesquisa Google, e resultados sobre o monumento (Wikipédia, UNESCO, site oficial do monumento). Uma
busca na web por
kgmid, restrita a google.com, não encontrou página do Google que explique o parâmetro; voltaram só as páginas de MID das notas 9 e 10. - Google Search Central, “Organization (Organization) structured data”,
https://developers.google.com/search/docs/appearance/structured-data/organization, página
atualizada em 8 de setembro de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: a marcação “can
help Google better understand your organization’s administrative details and disambiguate your
organization in search results”; e, na definição de
sameAs, “The URL of a page on another website with additional information about your organization, if applicable. For example, a URL to your organization’s profile page on a social media or review site”. - Daniel Sócrates, SEO de Entidade, 2026, capítulo 12, “Dê à sua entidade uma casa oficial”: o
domínio que recebe corroboração de fora é o mesmo que declara o
sameAspara todo o resto, e a declaração serve para desambiguar, nunca como atalho de posição.
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Vamos ver o que a máquina entende da sua empresa
Uma conversa de diagnóstico, sem apresentação de slides. Você traz o endereço do seu site. A gente traz o que o Google e as IAs já sabem sobre ele hoje.