Artigo 11 min de leitura
Autoridade tópica: três coisas com o mesmo nome, e onde cada uma termina
por Daniel Sócrates publicado em
A proposta chegou com um nome em inglês: topical authority. O plano trazia uma página principal, vinte artigos em volta e links amarrando tudo. A promessa era o Google passar a ver o seu site como referência no assunto.
Antes de assinar, faça a busca. Digite “topical authority” no Google Brasil. Em 14 de setembro de 2026, ao lado dos resultados, aparecia o painel de uma pessoa: Koray Tuğberk Gübür, consultor. 1 Nos doze endereços que dividiam a primeira página, as definições se pareciam. Quase todas falavam de reputação num assunto. 2
Faltava a coisa mais simples. O nome circula com pelo menos três sentidos. Um está escrito pelo Google. Outro saiu de um vazamento. O terceiro é o que o mercado vende. Este texto separa os três e mostra onde cada um para.
Uma palavra, três receitas
Pense na palavra receita. Na farmácia, é o papel que o médico assina. Na cozinha, é a lista de ingredientes. Na contabilidade, é o dinheiro que entrou. Quem mistura as três leva bolo para a farmácia.
Autoridade tópica funciona igual. A primeira receita é um sistema que o Google anunciou em 2023, com nome e endereço. A segunda são dois campos de uma documentação interna que vazou em 2024. A terceira é um método de publicação, com página principal, grupo de páginas e links.
As três conversam entre si. Nenhuma prova as outras duas.
O que o Google documenta com esse nome
Imagine uma enchente na sua cidade. Os portais nacionais cobrem o assunto. O jornal da região também, e ele conhece cada rua alagada. Na busca, o jornal da região aparece no alto.
Em 23 de maio de 2023, o Google explicou esse efeito no blog oficial para desenvolvedores. O exemplo da enchente é dele. O nome do sistema, em inglês, é topic authority. A tradução oficial em português escolheu outra expressão. Isso se chama autoridade no assunto. 3
O texto diz para que o sistema serve. Ele ajuda a decidir quais fontes especializadas atendem a uma busca de notícia, em áreas como saúde, política e economia. Vale para a Pesquisa Google e para o Google Notícias. 3
Três sinais aparecem entre os principais. O quanto a publicação é conhecida por um assunto ou por um lugar. O quanto a reportagem original dela é citada por outros veículos. E a reputação da fonte, com histórico de boas reportagens, prêmios de jornalismo e indicação de associações profissionais. 3
Repare de onde vêm os dois últimos. Outros veículos citam, associações recomendam, júris premiam. Nenhum desses sinais sai da própria publicação. É o mesmo material da autoridade de marca: o que os outros escrevem sobre você.
Onde a primeira termina
O texto de 2023 trata de publicações jornalísticas e de buscas sobre notícias. Ele não descreve um sistema para todo site. Também não fala de página principal, de grupo de páginas ou de quantidade de artigos. O conselho final é para editores: façam a boa cobertura que já fazem, nos assuntos e lugares que conhecem. 3
O guia dos sistemas de classificação do Google, atualizado em dezembro de 2025, não tem verbete com esse nome. Tem um verbete para sistemas de notícias locais. 4
Para qualquer site, o Google escreve duas coisas perto do assunto, sem usar o nome. O guia diz que os sistemas trabalham no nível da página, e que sinais do site inteiro também entram na conta. 4 A página sobre conteúdo útil traz uma pergunta de autoavaliação: “Seu site tem um objetivo ou foco principal?” 5
Na mesma página, entre os sinais de alerta, está produzir muito conteúdo sobre tópicos diferentes, esperando que parte dele vá bem na busca. 5 É o que existe de oficial para o seu site. Uma pergunta sobre foco e a declaração de que o site inteiro pesa, sem número e sem formato.
O que o vazamento de 2024 mostrou
A segunda receita tem nome de campo. Em 2024, vazou a documentação de uma API interna do Google.
Num módulo com autoridade e tópico no nome, dois campos interessam aqui. O siteFocusScore diz o
quanto um site é focado num tópico. O siteRadius mede o quanto as páginas se afastam do site. 6
A explicação completa, com o desenho dos pinos no mapa, está na peça sobre silos semânticos. Aqui interessa a borda.
O Google confirmou à imprensa que os documentos eram reais. No mesmo e-mail, pediu cautela com suposições feitas a partir de informação fora de contexto, desatualizada ou incompleta. 7
Mike King publicou uma das primeiras análises do material. 7 Ele contou 2.596 módulos e 14.014 atributos. E escreveu que ninguém sabe como cada atributo é pesado nas funções de pontuação. 8
Onde a segunda termina
O vazamento mostra que o Google guardava uma medida de foco de site em 2024. Quanto ela pesa, ele não mostra. Se ainda é usada do mesmo jeito, também não. 7 8 Nenhum relatório público do Google exibe esses dois números. 6
Os campos não falam de link, de página principal ou de grupo de páginas. As descrições tratam de embeddings, os pontos de significado do site e das páginas. 6 Quem liga link interno a esses campos completa por conta própria a parte que falta. A peça de link interno trata disso.
No livro SEO de Entidade, usei uma imagem para essa borda. O vazamento é a planta de um sistema. E planta não é fotografia do prédio funcionando. 9
O que o mercado vende com esse nome
A terceira receita é a mais conhecida.
Pense numa biblioteca de bairro. Na estante do meio fica o livro geral sobre jardinagem. Em volta, livros menores: poda, adubo, horta em apartamento. Cada livro pequeno traz um bilhete apontando para o grande, e o grande aponta para todos. Na internet, isso se chama cluster de conteúdo, com a página pilar no centro.
A HubSpot descreve esse modelo numa página própria, atualizada em 17 de junho de 2026. Ela diz que os links entre as páginas fortalecem a autoridade tópica com o tempo. 10 A base citada é uma pesquisa interna de 2015, que a página chama de fundação do modelo. Quanto mais links a equipe punha entre páginas relacionadas, mais alto elas subiam. A página não traz os números. 10
Koray Tuğberk Gübür, o consultor do painel na busca, apresenta a autoridade tópica como metodologia de SEO semântico. A página dele diz que ele fundou o conceito em 18 de maio de 2022. Diz também que o conceito vem de patentes e artigos de pesquisa do Google. 11
O registro mais antigo da ideia que encontrei em patente do Google é um pedido de 2004. Foi assinado por Amit Singhal e Urs Hoelzle. Descreve uma popularidade calculada por tópico, a partir das visitas aos documentos. 12 O texto não usa a palavra autoridade. E o Google deixou a patente expirar por falta de pagamento de taxa. 12
As ferramentas vieram atrás. A Semrush tem uma métrica chamada Topical Authority, com quatro níveis: baixa, moderada, relevante e alta. O artigo da própria Semrush que apresenta a métrica não explica o cálculo. 13 É um número da ferramenta, feito pelo método dela.
A pergunta da quantidade de páginas
Quantas páginas fazem autoridade? O mercado responde com números que brigam entre si.
Um dos textos da primeira página diz que dificilmente um site vira autoridade com 10, 20 ou mesmo 50 páginas sobre um assunto. 14 Um estudo publicado por Kevin Indig em março de 2026 aponta para perto do oposto. 15
O estudo tem autor, data e método, por isso entra aqui. Indig analisou citações do ChatGPT em sete setores. O primeiro recorte teve 21.482 linhas de citação, 670 domínios, 2.344 endereços e 127 perguntas. 15 Nas conclusões, ele escreve que, em setores pouco concentrados, uma estratégia focada de 30 a 50 páginas consegue competir. 15
A conclusão mais útil do estudo é outra. Uma única página que responde a dez ou mais intenções vale mais, em alcance de citação, do que dez páginas de uma intenção só. 15 Para Indig, amplitude é o número de perguntas diferentes que uma página ou um domínio responde. Não é o número de páginas.
Onde a terceira termina
O estudo mede citação no ChatGPT, nas perguntas do recorte, e não mede posição no Google. 15 Os 30 a 50 são recomendação das conclusões, sem teste comparando sites com e sem a estratégia. A comparação com autoridade de domínio também está nas conclusões, apoiada no exemplo de uma página. O método publicado não traz essa medida. 15
O original saiu no Growth Memo, em texto pago, que eu não li para esta peça. A fonte daqui é a versão aberta, publicada pelo próprio Indig no Search Engine Journal. 15
Página pilar, cluster e link entre as páginas são método de organização. Têm linhagem de mercado e uma correlação interna sem número publicado. 10 Podem ser bom trabalho editorial. Só que nenhum documento do Google os chama de autoridade tópica. 3 4 5
O que a primeira página diz, e o que ela deixa de fora
Em 14 de setembro de 2026, li os doze endereços da primeira página de “topical authority”. Dez vinham do Google Brasil e dez do Semrush, com oito em comum. 1 2
Dez dos doze falam de pilar e de cluster. Dois mencionam o sistema de notícias. Um desses dois acha razoável imaginar o mesmo sistema valendo para todos os sites. 2 14
Um cita os dois campos do vazamento. Na linha do tempo do mesmo texto, o vazamento teria confirmado que o Google premia sites que ficam no assunto. Seções antes, o mesmo texto admite que o Google nunca publicou uma especificação de autoridade tópica. 16
Quatro coisas não aparecem em nenhum dos doze. 2
- O nome oficial do sistema em português, autoridade no assunto, com o recorte de notícias como limite. Dois textos usam a expressão, num sentido geral.
- A pergunta do Google sobre o objetivo ou foco principal do site.
- A ressalva de que o vazamento mostra o que existe, e não mostra o peso.
- O estudo de Indig sobre citações, com o método e a conclusão sobre a página ampla.
Onde cada uma termina, lado a lado
| O que chamam de autoridade tópica | De onde vem | O que sustenta | Onde termina |
|---|---|---|---|
| Autoridade no assunto | Blog do Google, 23/05/2023 3 | Um sistema para buscas de notícia, com três sinais principais | Publicações e buscas de notícia; nada sobre pilar ou número de páginas |
| Foco e raio do site | Documentação vazada em 2024 6 | Dois campos guardados sobre o foco do site | Mostra que existem, sem o peso; retrato de 2024 |
| Pilar, cluster e links | HubSpot, consultores e ferramentas 10 11 13 | Organização editorial, com correlação interna sem número | Nenhum documento do Google com esse nome; o estudo lido mede citação no ChatGPT |
A pergunta para a próxima proposta
Leve uma pergunta para a reunião: de qual das três vocês estão falando?
Se a resposta for o Google, peça o endereço da página. Se for o texto de 2023, pergunte se o seu site publica notícia. Se for o vazamento, pergunte quanto aqueles campos pesam. A resposta honesta é que ninguém de fora sabe. 8 Se for o método, peça o estudo, com autor, data e o que ele mediu.
Depois faça um exercício que não depende de proposta nenhuma. Abra a lista das páginas do seu site. Ao lado de cada uma, escreva a pergunta que ela responde para quem busca. Como separar uma pergunta da outra está na peça de intenção de busca. O resto do território começa na página de SEO semântico.
A partir de agora, quando alguém disser autoridade tópica, você vai perguntar qual das três. E vai pedir o endereço de cada uma.
Hoje, pegue uma folha. Escreva no alto a pergunta do Google: “Seu site tem um objetivo ou foco principal?” 5 Responda em uma frase, antes de ler a próxima proposta.
Perguntas frequentes
O Google usa autoridade tópica para classificar sites?
O Google documentou um sistema com esse nome para buscas de notícia, em maio de 2023. 3 Para qualquer site, ele escreve que sinais do site inteiro entram na conta e pergunta se o site tem foco principal. 4 5 Um sistema com esse nome para todo site não aparece nas páginas do Google lidas para este texto.
Quantas páginas preciso para ter autoridade tópica?
Nas páginas do Google lidas para este texto, esse número não aparece. 3 4 5 Os números do mercado brigam: um texto duvida que até 50 páginas bastem, e o estudo de Indig recomenda de 30 a 50 em setores pouco concentrados. 14 15 O mesmo estudo conclui que uma página ampla vale mais, em alcance de citação, do que dez páginas estreitas. 15
A métrica Topical Authority da Semrush é a do Google?
Não. É uma métrica da ferramenta, em quatro níveis, e o artigo que a apresenta não explica o cálculo. 13 Os campos do vazamento não aparecem em nenhum relatório público do Google. 6
O vazamento prova que o Google premia site focado?
Prova que o Google guardava uma medida de foco de site em 2024. 6 O peso dela ninguém de fora conhece, e o próprio Google pediu cautela com leituras fora de contexto. 7 8
Notas e fontes
- Leitura ao vivo da página de resultados do Google Brasil para “topical authority”, 14 de setembro de 2026, endereço https://www.google.com.br/search?q=topical+authority&hl=pt-BR&gl=br&pws=0, em aba própria do navegador do autor. Sem Visão geral criada por IA. Ao lado dos resultados, painel de conhecimento de Koray Tuğberk GÜBÜR, “Consultor”. Orgânicos, na ordem: Conversion, Hedgehog Digital, Semrush, liveSEO, Trammit, Fresh Lab, topicalauthority.digital, Júlia do SEO, Mailchimp e Spicy Margarita. A busca por “autoridade tópica”, no mesmo dia, teve Conversion em primeiro. Acesso em 14 de setembro de 2026.
- Levantamento da SEO Genome, 14 de setembro de 2026: os dez primeiros orgânicos do Semrush, base
Brasil, para “topical authority” (ahrefs.com, conversion.com.br, semrush.com, hedgehogdigital,
mailchimp.com, liveseo.com.br, neilpatel.com, spicymargarita.co, topicalauthority.digital,
freshlab.com.br), somados aos dez da nota 1, num total de doze endereços, todos baixados e lidos
no mesmo dia. Falam de pilar e cluster: Ahrefs, Semrush, Conversion, Hedgehog, Mailchimp, liveSEO,
Neil Patel, Spicy Margarita, Trammit e Júlia do SEO. Mencionam o sistema de notícias do Google:
https://www.semrush.com/blog/topical-authority/ e
https://www.spicymargarita.co/archive/topical-authority-seo. Cita
siteFocusScoreesiteRadius: https://ahrefs.com/blog/topical-authority/. Nenhum dos doze traz “autoridade no assunto”, a pergunta sobre objetivo ou foco principal, a ressalva sobre o peso dos campos vazados ou o estudo de Indig da nota 15. Os outros endereços: https://www.conversion.com.br/blog/topical-authority/, https://br.hedgehogdigital.co.uk/blog/topical-authority/, https://mailchimp.com/resources/topical-authority/, https://liveseo.com.br/seo/topical-authority/, https://neilpatel.com/blog/topical-authority/, https://www.topicalauthority.digital/, https://www.freshlab.com.br/blog/entenda-topical-authority/, https://trammit.com/topical-authority-como-construir-autoridade-e-ranquear-melhor-no-google/ e https://juliadoseo.com/o-que-e-topical-authority/. Acesso em 14 de setembro de 2026. - Jen Granito, “Understanding news topic authority”, Google Search Central Blog, 23 de maio de 2023, https://developers.google.com/search/blog/2023/05/understanding-news-topic-authority; versão em português, “Noções básicas sobre ‘autoridade no assunto’ nas notícias”, https://developers.google.com/search/blog/2023/05/understanding-news-topic-authority?hl=pt-br. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Google developed a system called topic authority that helps determine which expert sources are helpful to someone’s newsy query in certain specialized topic areas, such as health, politics, or finance”; os sinais “How notable a source is for a topic or location”, “Influence and original reporting” e “Source reputation”, este com “journalistic awards” e “recommendations from expert sources, such as professional societies”; o exemplo da enchente, “say, for example, there was a flood where you lived”; e o conselho “Publishers looking for success with topic authority should do exactly what their publications would normally do”. Na versão em português: “o Google desenvolveu um sistema chamado ‘autoridade no assunto’”.
- Google Search Central, “A guide to Google Search ranking systems”, https://developers.google.com/search/docs/appearance/ranking-systems-guide, página atualizada em 10 de dezembro de 2025. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trecho: “Our ranking systems are designed to work on the page level, using a variety of signals and systems to understand how to rank individual pages. Site-wide signals and classifiers are also used and contribute to our understanding of pages.” A página tem o verbete “Local news systems” e nenhuma ocorrência de “topic authority” ou “topical authority” (busca literal no texto baixado).
- Google Search Central, “Creating helpful, reliable, people-first content”, https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/creating-helpful-content, página atualizada em 10 de dezembro de 2025; versão em português, “Como criar conteúdo útil, confiável e que prioriza as pessoas”, atualizada em 18 de dezembro de 2025. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Does your site have a primary purpose or focus?” e “Are you producing lots of content on many different topics in hopes that some of it might perform well in search results?”; em português, “Seu site tem um objetivo ou foco principal?” e “Você está produzindo muito conteúdo sobre tópicos diferentes esperando que parte dele tenha um bom desempenho nos resultados da pesquisa?”.
- Documentação da Content Warehouse API do Google, vazada em 2024, módulo
QualityAuthorityTopicEmbeddingsVersionedItem, espelho público do pacotegoogle_api_content_warehousev0.4.0, https://google-api-content-warehouse.hexdocs.pm/0.4.0/GoogleApi.ContentWarehouse.V1.Model.QualityAuthorityTopicEmbeddingsVersionedItem.html. Acesso em 14 de setembro de 2026. Atributos:siteFocusScore, “Number denoting how much a site is focused on one topic”;siteRadius, “The measure of how far page_embeddings deviate from the site_embedding”;siteEmbedding, “Compressed site/page embeddings”;pageEmbeddingeversionId, sem descrição. Nenhum atributo trata de link. Que nenhum relatório público do Google exponha esses campos é afirmação da peça sobre silos semânticos deste site, nota 8. - Mia Sato, “Google confirms the leaked Search documents are real”, The Verge, 29 de maio de 2024, https://www.theverge.com/2024/5/29/24167407/google-search-algorithm-documents-leak-confirmation. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trecho, do porta-voz Davis Thompson: “We would caution against making inaccurate assumptions about Search based on out-of-context, outdated, or incomplete information.” A mesma matéria diz que a existência do material foi apresentada primeiro por Rand Fishkin e Mike King, “who each published initial analyses of the documents”.
- Mike King, “Secrets from the Google Algorithm Leak: Search’s Internal Engineering Documentation and What it Means”, iPullRank, 27 de maio de 2024, https://ipullrank.com/google-algo-leak. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “There are 2,596 modules represented in the API documentation with 14,014 attributes (features)” e “We do not know how features are weighted in the various downstream scoring functions. We don’t know if everything available is being used.”
- Daniel Sócrates, SEO de Entidade, 2026, capítulo 8, “Autoridade é geometria”, seção “O pino do site e o pino da página”: os campos existem numa documentação autenticada, e o que existe é “a planta de um sistema, e planta não é fotografia do prédio em funcionamento”.
- Mimi An, com Leslie Ye, Matthew Barby, Anum Hussain e Cambria Davies, “Topic clusters: The next evolution of SEO”, HubSpot, https://blog.hubspot.com/marketing/topic-clusters-seo, página atualizada em 17 de junho de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “The internal links between them tell crawlers that the content shares a semantic relationship, which strengthens topical authority over time” e, sobre a pesquisa de 2015, “the more internal links they added between related pages, the higher those pages climbed in SERPs, and the more impressions they earned”, sem números publicados na página.
- Koray Tuğberk Gübür, “What is Topical Authority”, Holistic SEO, https://www.holisticseo.digital/theoretical-seo/topical-authority/, com as datas 24 de novembro de 2022 e 11 de fevereiro de 2021 no cabeçalho. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Topical Authority is a semantic SEO methodology”; “The topical Authority concept was founded by Koray Tugberk GUBUR on 18 May 2022”; e “Topical Authority is a concept from Google Search Patents and Research Papers.”
- Patente US 8.595.225 B1, “Systems and methods for correlating document topicality and popularity”, inventores Amit Singhal e Urs Hoelzle, titular Google LLC, https://patents.google.com/patent/US8595225B1/en. Prioridade em 30 de setembro de 2004, concessão em 26 de novembro de 2013; status lido na página: “Expired - Fee Related”, com a data de 17 de maio de 2025, e a ressalva da plataforma de que o status é presunção. Acesso em 14 de setembro de 2026. Do resumo: o sistema “determines a popularity value associated with the retrieved documents and correlates the popularity value with the one or more topics to determine a per-topic popularity”. A palavra “authority” só aparece no campo do órgão emissor, e não no texto. Chamar a patente de lastro da autoridade tópica é leitura do autor, e a patente não prova uso hoje.
- Sydney Go, “What is Topical Authority? (+ How to Build It)”, Semrush, https://www.semrush.com/blog/topical-authority/, 26 de junho de 2024. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trecho: “There will be a rating of ‘Low,’ ‘Moderate,’ ‘Relevant,’ or ‘High’ under the ‘Topical Authority’ label.” O artigo não descreve o cálculo. Menciona o sistema de notícias: “Google uses a dedicated topical authority system to prioritize results from ‘news teams that are intimately familiar with the location and topic.’”
- Spicy Margarita, “What is Topical Authority in SEO & 5 Case Studies”, https://www.spicymargarita.co/archive/topical-authority-seo, página sem data visível. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “it’s not likely that your website will be considered an authority on anything with only 10, 20, or even 50 pages on one topic” e, sobre o texto de maio de 2023, “It’s not a stretch of the imagination to think that Google has the same ranking system in place for all sites.”
- Kevin Indig, “The Science Of How AI Picks Its Sources”, Search Engine Journal, 24 de março de 2026, https://www.searchenginejournal.com/the-science-of-how-ai-picks-its-sources/570328/. Acesso em 14 de setembro de 2026. O original, “The science of how AI picks its sources”, saiu no Growth Memo em 23 de março de 2026, para assinantes pagos, https://www.growth-memo.com/p/the-science-of-how-ai-picks-its-sources, e não foi lido; a página aberta mostra só o título, a data e o subtítulo “I analyzed over 21K citations to understand the impact of content length, depth and focus.” Trechos da versão aberta: “Dataset: 21,482 ChatGPT citation rows, 670 unique domains, 2,344 unique URLs, 127 unique prompts”; no método, “~98,000 ChatGPT citation rows pulled from approximately 1.2 million ChatGPT responses”, em sete setores; “Breadth of topic coverage matters more than domain authority. A single well-structured comparison page (learn.g2.com: 65 unique prompts, 495 citations) can still outperform the entire domain portfolio of a well-known brand”; “In low-concentration verticals like Healthcare and CRM, a focused 30-50 page strategy can realistically compete for a seat at the table”; “Citation reach (the number of distinct prompts a domain answers)”; e “A single evergreen page covering 10+ query intents is worth more in AI citation reach than 10 single-intent pages.” O método publicado não inclui medida de autoridade de domínio.
- Despina Gavoyannis, “Topical Authority: What It Is, How Google Measures It, and How to Build It”, Ahrefs, https://ahrefs.com/blog/topical-authority/, 1º de junho de 2026, atualizada em 12 de agosto de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Google has never published a formal specification for topical authority” e, na linha do tempo, sobre o vazamento de 2024, “Internal signals, including site focus score and site radius, confirmed Google models each site’s topical identity and rewards those that stay tightly relevant to it.”
Quer ver a SEO Genome com mais frequência no Google? Marque o site como fonte preferencial.
Vamos ver o que a máquina entende da sua empresa
Uma conversa de diagnóstico, sem apresentação de slides. Você traz o endereço do seu site. A gente traz o que o Google e as IAs já sabem sobre ele hoje.