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Redirecionamento 301: o que o Google faz com ele e onde ele falha calado
por Daniel Sócrates publicado em
A tabela de redirecionamentos estava pronta. Cada endereço antigo tinha o seu destino novo. Testamos os 57 pares, um por um, e todos chegaram vivos.
Aí conferimos contra outra lista, a do próprio Google. Apareceram cinco páginas antigas caindo em erro 404. Somavam 437 impressões. Nenhuma estava na nossa tabela. 1
Isso aconteceu no meu próprio site. Entre 31 de agosto e 4 de setembro de 2026, o seogenome.com saiu do WordPress. O site novo é feito em Astro e hospedado na Vercel. 1 A migração teve tabela, teste e conferência. Mesmo assim, o redirecionamento falhou em cinco pontos que o teste da tabela não pegava.
Este texto explica o que o Google faz com cada tipo de redirecionamento. Depois abre os cinco pontos, com data e número. E termina num teste que você roda na sua própria migração.
O que é um redirecionamento 301
Pense numa mudança de casa. Você deixa um aviso com o carteiro: toda carta da casa velha segue para a nova. Se a mudança é para sempre, ele risca o endereço antigo da caderneta. Se você só vai passar um mês fora, ele mantém o antigo como o endereço de verdade.
Na web, o aviso é uma resposta do servidor. Quem pede o endereço antigo recebe um código e o endereço novo, e o navegador segue sozinho. Isso se chama redirecionamento. O código 301 diz que a mudança é permanente. 2
O Google resume a diferença pelo que aparece na busca. O redirecionamento permanente mostra o destino nos resultados. O temporário mostra a origem. 3 No permanente, a indexação usa o redirecionamento como sinal de que o destino é a versão que representa a página. Isso se chama URL canônica. 3
A escolha depende de uma pergunta só: você vai desfazer isso? O Google recomenda o permanente quando há certeza de que ele não será revertido. 3 Um serviço temporariamente fora do ar pede o temporário, e o endereço original continua na busca. 3
301, 302 e 308: o que muda para o Google
Circula no mercado a ideia de que o 301 passa “quase toda” a autoridade e o 302 não passa nada. A documentação do Google descreve outra coisa. Sobre o 301 e os outros permanentes, o guia de migração é direto: eles não causam perda de PageRank. 4
A diferença entre as duas famílias está no endereço que vira canônico. No temporário, o robô segue o redirecionamento, mas a indexação não o usa como sinal de canônico. O destino ainda pode entrar no índice, se outros sinais apontarem para ele. 3
As duas famílias, pela tabela do Google: 3 5
- Permanentes. 301, 308, meta refresh de zero segundo e redirecionamento por JavaScript.
- Temporários. 302, 303, 307 e meta refresh com espera maior que zero.
O 308 confunde muita gente, porque é o mais novo da turma. Para os robôs do Google, o 308 equivale ao 301, e o 307 equivale ao 302. 5 A diferença existe para outros programas. Pela especificação do HTTP, quem recebe um 301 pode transformar o envio de um formulário numa consulta simples. O 308 não permite essa troca. 2 O Google pede o código certo para cada caso, porque outros clientes leem a diferença. 5
No nosso site convivem os dois. A Vercel responde 308 quando a regra é marcada como permanente. 6 Nós declaramos 301 nas mudanças de endereço, porque era o código que o WordPress já respondia. 1 Para o Google, dá no mesmo. 5
Os métodos fora do servidor pedem cuidado. O meta refresh instantâneo, escrito dentro da página, conta como permanente. O atrasado conta como temporário. 3 O JavaScript fica por último, por um motivo mecânico. O Google só enxerga esse redirecionamento depois de renderizar a página, e a renderização pode falhar. 3
Todos os permanentes têm o mesmo efeito na busca. Muda o tempo que os buscadores levam para notar cada método. 7 Por isso, sempre que der, o redirecionamento mora no servidor.
Os cinco pontos onde o nosso redirecionamento falhou calado
Os cinco têm a mesma forma. A regra estava certa para o endereço que alguém escreveu na tabela. Ela falhou no endereço que o visitante, o robô ou a própria plataforma produziram de verdade.
A barra final que a plataforma põe antes da regra
Pense num prédio com a lista dos moradores que se mudaram colada na portaria. Antes de consultar a lista, o porteiro reescreve o que você disse no padrão do prédio. Você fala “doze”, ele anota “apartamento 12”. A lista dizia “doze”. Ele não acha ninguém e manda você embora.
O site novo usa endereços terminados em barra. A Vercel garante isso com uma configuração que devolve 308 para a forma com barra. 6 Isso se chama normalização de URL. A ordem, nós descobrimos medindo: a plataforma normaliza a barra antes de consultar os redirecionamentos. 1
Em 2 de setembro, com o domínio já apontado, os endereços antigos da pasta /br/ sem par davam 404. A regra que devia pegar todos eles não casava com caminho terminado em barra. O endereço corrigido pelo porteiro escapava da lista. 1 A correção foi uma segunda regra, escrita já na forma com barra. 1
Medi de novo em 14 de setembro. O endereço antigo sem barra passa por dois saltos. Primeiro um 308, que só acrescenta a barra. Depois o 301, que leva à página nova. 8 Funciona, e é por isso que toda regra da nossa tabela nasce escrita com a barra.
O www que servia o site inteiro
Em 3 de setembro, uma auditoria de produção achou um segundo site no ar. O endereço www.seogenome.com redirecionava a página inicial. Todas as outras páginas respondiam 200, com o conteúdo inteiro. 1
Era o mesmo defeito da barra. A regra do www cobria o caminho sem barra, e o site inteiro tem barra. Durante esse tempo, a única defesa era a tag canonical, apontando para o endereço certo. 1
O Google trata o redirecionamento e a canonical como sinais fortes, e diz que eles se somam. 7 Naqueles dias, o nosso site contava com um só. Hoje o www devolve 308 em qualquer nível. 1 8 Quanto o robô gasta com cada host aparece no relatório de rastreamento.
A caixa alta que o servidor antigo perdoava
O WordPress atendia os links curtos do tipo /go/ em qualquer caixa. A Vercel compara o endereço letra por letra. 1 A documentação dela diz que a regra diferencia maiúscula de minúscula, justamente para não criar conteúdo duplicado. 6
O Analytics registrava cliques reais em /GO/DNA-GPT/, /GO/GOOGLE-MUDOU/ e /GO/SEO-LOCAL-GMB-E-PLEPER/. 1 Tem cara de quem digita no celular com a tecla de maiúscula travada. Na virada, esses cliques passaram a cair em 404. Em 2 de setembro, cada /go/ ganhou a variante em caixa alta, com o mesmo destino. 1
Aqui mora um limite, e eu medi hoje. A grafia misturada, /Go/Dna-Gpt/, ainda responde 404. 8 A correção cobre as duas formas que apareceram nos dados. As outras combinações continuam de fora.
As páginas que só a lista do Google conhecia
Esta é a da abertura. Em 2 de setembro, auditamos os redirecionamentos contra duas listas. A primeira era a nossa tabela, com 57 pares, e todos chegavam vivos. 1
A segunda era a lista de endereços que o Search Console conhece, numa janela de 16 meses. Eram 37. 1 Ela achou cinco páginas em 404, somando 437 impressões. Todas moravam fora da pasta que a regra geral cobria. 1
Eram quatro páginas de autor, em duas grafias e dois prefixos, e o post de exemplo que vem instalado com o WordPress. As de autor foram para a página do autor, porque quem procura o autor quer a página dele. O post de exemplo foi para a raiz. 1
Dois dias depois, o relatório de rastreamento trouxe outro tipo de sobra. O Google tinha subido um nível numa série de artigos e batido na pasta-mãe, que nunca existiu. Ela ganhou redirecionamento para a peça principal da série. 1 Quatro pedidos de um arquivo que o sistema do iPhone procura para saber se o site tem aplicativo ficaram em 404 de propósito. Para quem pede um arquivo inexistente, 404 é a resposta correta. 1
Os links que ninguém publicou
O último achado continua aberto. Em dois anos, o Analytics viu 99 caminhos /go/ diferentes. Noventa e quatro morriam em 404, somando 181 visualizações. 1
Nenhum deles saiu do nosso encurtador de links. Pelo desenho, é gente digitando à mão o que ouviu numa palestra ou viu na bio. A maior parte é da série DNA do Prompt. 1
Um caso já tratado mostra o mecanismo. Um espaço colado na bio gerou 14 visualizações em 90 dias caindo em erro, e as duas grafias com espaço agora levam ao artigo certo. 1 Os 94 caminhos ainda esperam decisão de destino. 1
Como montar os seus redirecionamentos
O roteiro de uma migração, com o mapa de URLs e o dono de cada etapa, está em SEO para empresas. Aqui ficam as regras do redirecionamento em si, e onde a nossa casa ainda diverge delas.
Direto para o destino final. Imagine uma carta que passa por quatro agências antes de chegar. Cada passagem é um salto, e a sequência se chama cadeia de redirecionamento. O Google segue até dez saltos. 5 O guia de migração pede para ir direto ao destino final. Quando não der, a cadeia fica curta: idealmente até três saltos, e menos de cinco. 4 Cadeia longa atrasa o visitante, e nem todo navegador aguenta. 4
Medi o nosso pior caso. Quem digitar um endereço antigo com http, com www e sem barra passa por quatro saltos antes da página. 8 Fica abaixo de cinco e acima do ideal. Os três primeiros só acertam a forma do endereço: o protocolo, a barra e o host.
Cada endereço com o seu par. Mandar muitas URLs antigas para a página inicial confunde o visitante, e o Google pode tratar isso como soft 404. 4 O guia traz a exceção: conteúdo de várias páginas reunido numa só pode receber todas elas. 4 Página apagada, sem equivalente, deve responder 404 ou 410. 4 Com o tempo, o Google deixa de usar a URL que passou a responder 404 ou 410. 5
A regra da casa para o encurtador vai no mesmo sentido. Todo /go/ precisa funcionar e apontar para onde apontava. Artigo que mudou de lugar vai para o lugar novo. 1
Declaro uma divergência nossa com o guia. A regra geral da pasta /br/ manda para a raiz tudo que sobrou sem par. Ela fica por último na tabela, depois de todos os pares com destino próprio. 1 Mesmo assim, é o desenho que o guia desaconselha. Deixo registrado para você pesar na sua migração.
No servidor, sempre que der. O Google ordena os métodos pela chance de interpretar cada um corretamente, e o redirecionamento no servidor vem primeiro. 3 Plataformas como Blogger e Shopify podem já trazer uma solução pronta. 3
O teste que pega o que a tabela não pega
Testar a tabela prova que a tabela funciona. Falta testar o que as pessoas e o robô pedem de verdade. São duas frentes.
As grafias. Separe dez endereços antigos importantes. Rode cada um em cinco formas: com barra, sem barra, em caixa alta, com www e com http. O resultado precisa ser um 301 ou 308 levando a uma página que responde 200. O guia de migração sugere ferramentas de linha de comando e cita o Screaming Frog para rastrear o próprio site. 4
As listas. A sua tabela é a primeira. A segunda sai do Search Console: as páginas que tiveram impressão nos últimos 16 meses. A terceira sai do Analytics: as visitas que terminaram em página de erro. Foi a segunda que achou as nossas 437 impressões. E foi a terceira que achou os 94 caminhos. 1
No relatório de páginas do Search Console, dois rótulos pedem leituras diferentes. “Página com redirecionamento” é esperado. A URL antiga redireciona, e por isso fica fora do índice. 9 “Erro de redirecionamento” pede ação. Ele aparece com cadeia longa demais, laço, URL acima do tamanho máximo ou URL vazia no meio do caminho. 9
O guia de migração registra um erro que o Google vê com frequência. É o redirecionamento apontando para uma URL que não existe no site novo. 4 O teste das cinco formas pega esse também.
A pergunta que você passa a fazer
A partir de agora, quando alguém disser que os redirecionamentos foram testados, você vai perguntar contra qual lista. E em quais grafias.
A tabela conferida mostra as promessas cumpridas. As falhas moram no endereço que ninguém escreveu nela.
O primeiro passo cabe hoje. Abra o Search Console, exporte as páginas dos últimos 16 meses e rode as dez mais importantes nas cinco formas. Se aparecer um 404, você achou a sua primeira sobra. Esse teste entra em qualquer auditoria de SEO, junto com as outras frentes do território de SEO técnico.
Perguntas frequentes
Quanto tempo o redirecionamento 301 precisa ficar no ar?
Pelo guia de migração do Google, pelo menos um ano. É o prazo para o Google transferir os sinais, inclusive os links de outros sites. 4 A ajuda da ferramenta de mudança de endereço fala em 180 dias, e em mais tempo se ainda chegar tráfego da busca. 10 Com as duas páginas na mesa, fique com um ano. Para o visitante, o guia sugere manter para sempre. 4
Dá para desfazer um redirecionamento 301?
Dá, mas ele deixa rastro. O Google recomenda o permanente só quando você tem certeza de que não vai revertê-lo. 3 E a especificação do HTTP diz que a resposta 301 pode ficar guardada em cache, mesmo sem instrução explícita. 2 Um navegador que guardou a resposta pode seguir redirecionando por conta própria. Se a mudança é provisória, use o 302.
Trocar o site de www para sem www exige a ferramenta de mudança de endereço?
Não. A ajuda da ferramenta diz que, entre www e sem www no mesmo domínio, bastam a canonical, o redirecionamento ou os dois. 10 A ferramenta serve para troca de domínio ou de subdomínio. 4
Redirecionamento por JavaScript vale como 301?
Vale como permanente, com uma condição. O Google precisa renderizar a página para enxergá-lo, e a renderização pode falhar. 3 Se falhar, o redirecionamento não existe para ele. O próprio Google manda usar JavaScript só quando não der para fazer no servidor nem com meta refresh. 3
Notas e fontes
- SEO Genome, registro da migração do seogenome.com, de 31 de agosto a 4 de setembro de 2026: diário de operação do projeto e configuração de redirecionamentos do site (tabela de pares e gerador da configuração da Vercel). Saem daqui: a tabela com 57 pares conferida em 02/09/2026, todos chegando ao destino; a conferência contra 37 URLs do Search Console numa janela de 16 meses, com 5 páginas em 404 somando 437 impressões, todas fora de /br/ (4 de autor, em /author/ e /pt/author/ com duas grafias, e /hello-world/); a normalização da barra final antes da consulta aos redirecionamentos, medida em produção em 02/09 e 03/09/2026, e a segunda regra /br/:path*/; o www servindo todas as páginas internas com 200 até 03/09/2026, com a canonical como única defesa, e a regra /:path*/ acrescentada; os /go/ em caixa alta com 404 e a variante criada em 02/09/2026; o 301 declarado no lugar do 308 porque era o código do WordPress; os 404 do relatório de rastreamento de 04/09/2026 (pasta-mãe da série DNA do Prompt e os pedidos de apple-app-site-association, mantidos em 404); os 99 caminhos /go/ distintos em dois anos no GA4, 94 em 404 com 181 visualizações, 86% da série DNA do Prompt, achado ainda sem decisão; as 14 visualizações em 90 dias por um espaço colado na bio; a regra do encurtador (todo /go/ funciona e aponta para onde apontava); e o catch-all de /br/ para a raiz, por último na tabela. A leitura de que as caixas altas vêm de digitação no celular é do registro, apresentada no corpo como aparência.
- R. Fielding, M. Nottingham e J. Reschke (org.), RFC 9110, “HTTP Semantics”, IETF, junho de 2022, seções 15.4.2 e 15.4.9, https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc9110.html. Acesso em 14 de setembro de 2026. O 301 indica que o recurso “has been assigned a new permanent URI”. Sobre a troca de método: “For historical reasons, a user agent MAY change the request method from POST to GET for the subsequent request. If this behavior is undesired, the 308 (Permanent Redirect) status code can be used instead.” Sobre o cache: “A 301 response is heuristically cacheable”. A consequência para o navegador que guardou a resposta é leitura do autor a partir desse trecho.
- Google Search Central, “Redirects and Google Search”, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/301-redirects, página atualizada em 14 de abril de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Permanent redirects: Show the new redirect target in search results” e “Temporary redirects: Show the source page in search results”; no permanente, “the indexing pipeline uses the redirect as a signal that the redirect target should be canonical”; “Use permanent redirects when you’re sure that the redirect won’t be reverted”; no temporário, a indexação não usa o redirecionamento como sinal de canônico e “The target page might still be indexed if other canonicalization signals are present”; a tabela com 301, 308, meta refresh de 0 segundo e JavaScript entre os permanentes, e 302, 303, 307 e meta refresh acima de 0 entre os temporários, ordenada pela chance de o Google interpretar corretamente; o exemplo do serviço temporariamente indisponível; “Only use JavaScript redirects if you can’t do server-side or meta refresh redirects” e “rendering may fail for various reasons”; e a menção a Blogger e Shopify com soluções próprias.
- Google Search Central, “Site Moves and Migrations”, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/site-move-with-url-changes, página atualizada em 20 de agosto de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “301 and other permanent redirects don’t cause a loss in PageRank”; “we advise redirecting to the final destination directly. If this is not possible, keep the number of redirects in the chain low, ideally no more than 3 and fewer than 5”, com a latência e o limite dos navegadores; “Don’t redirect many old URLs to one irrelevant single URL destination, such as the home page of the new site. This can confuse users and might be treated as a soft 404 error”, com a exceção do conteúdo consolidado; “make sure those URLs correctly return an HTTP 404 or 410 error response code”; “Keep the redirects for as long as possible, generally at least 1 year”, com a transferência de sinais e dos links de outros sites; “From users’ perspective, consider keeping redirects indefinitely”; a mudança de endereço para troca de domínio ou subdomínio; o teste por ferramentas de linha de comando ou scripts e a citação do Screaming Frog; e “We frequently see people redirecting to the wrong (non-existent) URLs on the new site.”
- Google Crawling Infrastructure, “How HTTP status codes affect Google’s crawlers”, https://developers.google.com/crawling/docs/troubleshooting/http-status-codes, página atualizada em 4 de fevereiro de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. O endereço antigo, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/http-network-errors, redireciona para este. Trechos: “By default, Google’s crawlers follow up to 10 redirect hops”; “307 (temporary redirect) Equivalent to 302” e “308 (moved permanently) Equivalent to 301”; “While Google treats these status codes the same way, keep in mind that they’re semantically different. Use the status code that’s appropriate for the redirect so other clients (for example, e-readers, other search engines) may benefit from it.”; e, para URL que passou a responder 4xx, “Google systems will stop using the URL over time”.
- Vercel, “Static Configuration with vercel.json”,
https://vercel.com/docs/project-configuration/vercel-json, página atualizada em 14 de agosto de
2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: o campo
permanent, “When true, the status code is 308”; “When trailingSlash: true, visiting a path that does not end with a forward slash will respond with a 308 status code and redirect to the path with a trailing slash”; e, para redirecionamentos, “the source property is case-sensitive so you don’t accidentally create duplicate content”. A página não trata da ordem entre a normalização da barra e a consulta aos redirecionamentos; essa ordem é medição da SEO Genome (nota 1). - Google Search Central, “How to specify a canonical URL with rel=“canonical” and other methods”, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/consolidate-duplicate-urls, página atualizada em 10 de julho de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Redirects: A strong signal that the target of the redirect should become canonical”; “rel=“canonical” link annotations: A strong signal that the specified URL should become canonical”; “these methods can stack and thus become more effective when combined”; e “All permanent redirection methods have the same effect on Google Search, however the time it takes for search engines to notice the different redirect methods may differ.”
- Medição da SEO Genome, cabeçalhos HTTP lidos por curl em seogenome.com. Acesso em 14 de setembro de 2026. /br/o-dna-do-prompt-3-10 responde 308 para a forma com barra, que responde 301 para /seo-semantico/dna-do-prompt/prompt-mestre/; /GO/DNA-GPT/ responde 301; /Go/Dna-Gpt/ responde 404; www.seogenome.com/seo-tecnico/ responde 308 para https://seogenome.com/seo-tecnico/; e http://www.seogenome.com/br/o-dna-do-prompt-3-10 chega à página final em quatro saltos (308 do protocolo, 308 da barra, 308 do host e 301 do endereço).
- Ajuda do Search Console, “Page indexing report” (em português, “Relatório de indexação de páginas”), https://support.google.com/webmasters/answer/7440203. Acesso em 14 de setembro de 2026, nas versões em inglês e em português. “Página com redirecionamento”: “Esse é um URL não canônico que redireciona para outra página. Por isso, esse URL não vai ser indexado.” “Erro de redirecionamento”: cadeia de redirecionamento longa demais, loop de redirecionamento, URL que excedeu o tamanho máximo e URL inválido ou vazio na cadeia.
- Ajuda do Search Console, “Change of Address tool”, https://support.google.com/webmasters/answer/9370220. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Maintain the redirects for at least 180 days”, e por mais tempo se ainda houver tráfego da Busca chegando a eles; e, para a troca entre www e sem www no mesmo domínio, “use canonical tagging and/or redirects without using the change of address tool”.
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