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Artigo 15 min de leitura

SEO para imobiliárias: o site que muda de estoque toda semana

por Daniel Sócrates publicado em

Segunda-feira, nove da manhã. A gerente da imobiliária abre o sistema e marca quatro imóveis como vendidos. Depois cadastra seis novos. Copia a descrição de cada um e cola em três portais.

Numa hora de trabalho, o site perdeu quatro páginas e ganhou seis. Cada imóvel novo passou a morar em quatro endereços, com o mesmo texto. E a busca do site, com filtro de bairro, tipo, quartos e preço, segue criando endereços que ninguém cadastrou.

Nenhum desses movimentos aparece no relatório de vendas. Todos eles chegam ao robô do Google.

Em 14 de setembro de 2026, abri os oito primeiros resultados orgânicos da busca “seo para imobiliária” no Google Brasil. Eles falam de palavra-chave, conteúdo, velocidade, perfil no Google e anúncio pago. 1 Nenhum dos oito diz o que fazer com a página do imóvel vendido. Nenhum trata dos filtros de busca. Só um cita a tag canonical, numa linha de lista. 1

Os três movimentos da segunda-feira têm documentação pública do Google. Este texto passa por cada um. Depois mostra o que o site da imobiliária pode ter e o portal não tem: o bairro, a própria imobiliária e o corretor, com o CRECI de cada um. E fecha numa folha para conferir o seu site numa tarde.

O imóvel vendido: a página que precisa sair do jeito certo

Pense na placa de vende-se amarrada no portão. Quando o negócio fecha, alguém cola uma faixa de vendido por cima. Por uns dias, a faixa ajuda, porque avisa quem passa que ali acabou o negócio. Se a placa fica um ano no portão, ela passa a atrapalhar.

No site, a faixa costuma virar um aviso. O conteúdo do imóvel some e, no lugar, aparece “imóvel indisponível”. O servidor continua respondendo que está tudo certo, com o código 200.

O Google descreve esse caso na documentação de erros de rastreamento. É a URL que mostra uma página dizendo que o conteúdo não existe e, ao mesmo tempo, responde 200. 2 Entre os exemplos dele está a página vazia de resultado de busca interna. 2 Isso se chama soft 404.

Página assim fica fora da busca, e o robô continua voltando a ela. O guia de orçamento de rastreamento diz que o soft 404 segue sendo rastreado e desperdiça o orçamento. 3

A saída documentada depende de uma pergunta. O imóvel tem um substituto claro no site?

Quando o imóvel saiu de vez e não existe página equivalente, o Google manda responder 404 ou 410. 2 Os dois códigos dizem ao buscador que a página não existe e não deve ser indexada. 2 Na prática, dá no mesmo. O Google trata todos os erros 4xx do mesmo jeito, com exceção do 429. 4 URL já indexada que passa a responder 4xx sai do índice. 4

O 404 não precisa ser uma página morta. O Google sugere uma página de erro feita para o visitante, com a mesma navegação do site e links para outros conteúdos. 2 Numa imobiliária, eu poria ali os imóveis ativos do mesmo bairro. A condição é o servidor responder 404. 2

Quando existe substituto claro, entra o redirecionamento permanente. 2 O cuidado mora no destino, e o guia de mudança de site traz o aviso. Mandar muitas URLs antigas para um destino único e sem relação confunde o usuário. A página inicial é o exemplo do Google, e o resultado pode ser tratado como soft 404. 5 Os códigos, as cadeias e os testes estão em redirecionamento 301.

Existe ainda o imóvel que volta. O apartamento alugado em março volta ao mercado em novembro. Na minha leitura, ele merece o endereço de antes, preso ao código do imóvel no seu sistema. O guia do Google para URLs de loja virtual pede palavras descritivas no caminho e endereços persistentes, de longo prazo. 6 Preço dentro do endereço envelhece na primeira negociação.

O último passo é o mapa que você entrega ao robô. O sitemap deve trazer todo o conteúdo que você quer rastreado. 3 Pela mesma lógica, imóvel vendido sai dele. A data de modificação de cada página só é usada quando é precisa e verificável. 7 Ela deve refletir a última mudança significativa, como uma mudança no conteúdo principal. 7 Na minha leitura, mudou o preço, mudou a data. Cada arquivo de sitemap aceita até 50 mil URLs. 7

Os filtros de busca: bairro, tipo, preço e quartos

Pense na vitrine da imobiliária, com as fichas dos imóveis coladas no vidro. Um cliente quer ver só os de dois quartos. Outro quer os do Centro até 400 mil. O corretor rearranja as fichas na hora, e cada arranjo dura o tempo da conversa.

No site, cada arranjo ganha um endereço próprio. Dois quartos vira um pedaço da URL. Centro vira outro. E o robô do Google enxerga cada combinação como uma página nova. Isso se chama navegação facetada.

Faça a conta com um site de exemplo. Trinta bairros, seis tipos de imóvel, cinco opções de quartos e oito faixas de preço. São 7.200 combinações, antes de contar a ordenação e as páginas de resultado. Tudo isso em cima de um estoque de mil imóveis.

O Google escreve o problema com todas as letras. A forma mais comum de filtro, com parâmetros na URL, pode gerar espaços infinitos de URLs. 8 O robô costuma acessar um número muito grande delas antes de concluir que não servem. E o tempo gasto ali falta para descobrir as páginas novas e úteis. 8 No site de imobiliária, as páginas novas são os imóveis que entraram na segunda-feira.

A documentação oferece dois caminhos. 8

  1. Se as combinações não precisam aparecer no Google, bloqueie o rastreio delas no robots.txt. O Google diz que muitas vezes não há boa razão para rastrear itens filtrados. Ele sugere liberar só a página de cada item e uma listagem sem filtro. 8
  2. Se algumas precisam aparecer, siga as regras do guia. Use o separador padrão &, mantenha a ordem dos filtros sempre igual e não repita filtro. Combinação sem resultado responde 404, no próprio endereço, sem redirecionar para uma página de erro comum. 8

Para o guia, a canonical e o nofollow são menos eficazes no longo prazo. 8 Por isso eles ficam como reforço.

Na conta do exemplo, a maior parte das combinações fica vazia. Cada imóvel cabe numa combinação só, então mil imóveis ocupam no máximo mil delas. Sobram pelo menos 6.200 buscas sem resultado. Se cada uma responde 200 com a frase “nenhum imóvel encontrado”, vira soft 404. É a página vazia de busca interna, um dos exemplos do Google. 2

Na minha leitura, a decisão da imobiliária cabe numa regra. Poucas combinações merecem endereço fixo: as que correspondem a buscas reais e têm o que dizer. Apartamento num bairro onde a imobiliária atua é uma delas. O resto serve ao visitante e fica fora do caminho do robô.

Como ler o que o robô gasta no seu site, no relatório de estatísticas de rastreamento, está em rastreamento e orçamento de rastreamento.

O mesmo anúncio em quatro endereços

Volte à gerente da segunda-feira. O texto do apartamento novo está no site e em três portais, palavra por palavra.

No livro SEO de Entidade, eu uso uma imagem para o release copiado em dezenas de sites. São várias caixas de som ligadas a um microfone só. O volume enche o ginásio, e quem falou continua sendo um. 10 O anúncio repetido nos portais segue o mesmo desenho, em escala menor.

O Google lida com páginas iguais por agrupamento. Quando encontra várias páginas com o conteúdo principal igual ou muito parecido, junta todas num grupo. Depois escolhe uma. Fica a que ele considera mais completa e útil para quem busca, e ela vira a canônica. 9 A sua preferência de canônica funciona como sugestão. O Google pode escolher outra página. 9

Essa escolha pode sair do seu domínio. A página do Google sobre problemas de canonização registra casos de seleção de URL entre domínios diferentes. 11 Para conteúdo distribuído a parceiros, ela é direta. A tag canonical não é recomendada ali, porque as páginas costumam ser muito diferentes. A solução mais eficaz, segundo o Google, é o parceiro bloquear a indexação do conteúdo. 11

Na minha leitura, esse pedido não cabe na relação com um portal. Portal vive de ser encontrado. Eu também não tenho dado sobre quanto tráfego um portal leva de uma imobiliária. Por isso não afirmo nada sobre isso. O que dá para afirmar é mecânico. Quatro páginas iguais disputam uma vaga, e o Google escolhe qual mostrar. 9

O que fica na sua mão é a página do seu site. O Google pergunta, no texto sobre conteúdo útil, se o conteúdo traz informação original. E se entrega valor substancial em comparação com outras páginas nos resultados. 12 A descrição colada nos quatro endereços dá a mesma resposta nos quatro.

A pergunta que interessa passa a ser o que a sua página tem e o anúncio não tem. As duas próximas seções respondem.

A página de bairro, onde o portal não chega

O corretor que trabalha num bairro há dez anos sabe coisas que não cabem na ficha do imóvel. Qual rua alaga em fevereiro. Onde a feira fecha o trânsito no sábado. Qual prédio tem vaga de garagem apertada. Quanto tempo leva, de ônibus, até o centro.

Isso é informação original, no sentido da pergunta do Google. 12 Ela mora na cabeça de quem atende. A ficha do imóvel não tem onde guardá-la.

A página de bairro é o lugar dela, e aqui mora uma armadilha com nome na política de spam do Google. Na tradução oficial, ela se chama abuso de doorways. 13 Entre os exemplos estão páginas segmentadas por regiões ou cidades que direcionam o usuário a uma página só. E páginas muito semelhantes, mais próximas de resultado de busca do que de uma hierarquia navegável. 13 Trinta páginas de bairro com texto igual e nome trocado cabem aí.

Há um segundo motivo para escrever o bairro de verdade. A página de bairro que é só uma lista de imóveis vira categoria vazia no dia em que o último imóvel sai. Para categoria vazia, o guia de URLs de loja virtual sugere noindex ou 404. 6 A página que conta o bairro continua tendo o que dizer com o estoque zerado.

A regra prática sai daí. Uma página por bairro onde a imobiliária de fato atua, escrita por quem conhece o lugar. Os imóveis ativos entram como lista dentro dela, e mudam sem mexer no resto.

O mapa e o Perfil da Empresa ficam no território de SEO local. Como a cidade passa a confirmar o nome da imobiliária está no texto sobre virar referência na sua cidade.

A imobiliária e o corretor: duas inscrições no CRECI

Antes, uma fronteira. Este texto não é parecer jurídico. Leio as normas do Conselho Federal de Corretores de Imóveis, o Cofeci, como quem escreve página. A dúvida sobre o seu caso vai para o CRECI da sua região.

Volte à placa do portão. Embaixo do telefone vêm a sigla CRECI, um número e a letra J.

Essa linha é obrigação. A Resolução Cofeci nº 458/1995 manda constar dos anúncios o número de inscrição, precedido da sigla CRECI. Quando o anunciante é pessoa jurídica, o número ganha a letra J. 14 A mesma resolução só permite anunciar publicamente a quem tem contrato escrito de intermediação. 14 E, em anúncio de loteamento e de imóvel em condomínio, pede em destaque o número do registro ou da incorporação no cartório. 14

A Resolução nº 1.065/2007 detalha o nome. A imobiliária divulga o nome ou o nome de fantasia sempre seguido de CRECI, do número e da letra J. 15 O corretor divulga o nome seguido de “corretor de imóveis”, “gestor imobiliário” ou “profissional liberal”, e do número de inscrição. 15 Nos dois casos, a linha tem no mínimo 25% do tamanho do nome. 15 E a regra vale para qualquer tipo de divulgação, publicitária ou documental. 15 O site da imobiliária, na minha leitura, é uma delas.

Agora o artigo que interessa a quem pensa em entidade. O nome de fantasia precisa de registro prévio no CRECI da região. E o conselho não registra nome igual a outro já registrado, ou tão parecido que possa confundir o consumidor. 15

Repare no que o conselho faz ali. Ele recusa dois nomes que o cliente não conseguiria separar. É o mesmo trabalho que a máquina faz quando decide se duas menções falam da mesma empresa. Isso se chama desambiguação. 10

O Google não documenta que lê o CRECI, e eu não vou afirmar isso. Mesmo assim, o número tem utilidade prática. Ele vive num registro fora do seu controle, com o seu nome. O CRECI de São Paulo, por exemplo, mantém busca pública por corretores e por imobiliárias. 16 Tudo o que o site publica precisa bater com esse registro: o nome, a grafia e o número.

O corretor tem regra própria também no Google. A diretriz do Perfil da Empresa põe os corretores de imóveis entre os profissionais liberais. 17 O perfil próprio exige duas coisas. Lidar com o público e poder ser contatado no local verificado, no horário indicado. 17 Quando vários atendem no mesmo lugar, a imobiliária tem o perfil dela, e o de cada corretor leva só o nome dele. 17 A mesma diretriz diz que vendedores e agentes de geração de leads não são profissionais liberais. 17

No site, a consequência é direta. A página principal traz a imobiliária com o CRECI e a letra J. A página de cada corretor traz o nome, a expressão e o número, com a grafia do registro. E a página do imóvel diz quem responde por ele. Na minha leitura, é por esse caminho que a página do site para de repetir o anúncio.

Dados estruturados: o que existe e o que o Google mostra

O schema.org, vocabulário público de marcação, tem tipos para esse mercado. RealEstateAgent, que o vocabulário define como agente imobiliário, é um subtipo de LocalBusiness. 18 RealEstateListing descreve um anúncio com uma ou mais ofertas de imóvel, em geral para venda ou locação. 18 E há tipos para o próprio imóvel, como Apartment, House e SingleFamilyResidence, com campos como o número de cômodos. 18

Um detalhe que vale conhecer. O próprio schema.org marca RealEstateListing como termo da área “new”, ainda recebendo retorno de quem implementa. 18

O lado do Google é outro assunto. A galeria de dados estruturados lista os tipos de resultado aprimorado que a busca suporta. Nela há produto, evento, vaga de emprego, empresa local e outros. Não há tipo para anúncio de imóvel. 19 O mais próximo é aluguel por temporada. Ele é restrito a sites já conectados a um gerente técnico do Google e com acesso ao Hotel Center. 20

Para a imobiliária, a documentação que se aplica é a de empresa local. Ela pede o subtipo mais específico possível de LocalBusiness. 21 Nem a marcação correta garante presença no resultado, avisa o Google. 22

Marque, então, para dizer à máquina quem é a imobiliária e o que cada página é. Um cartão de imóvel no resultado do Google não está documentado, e não conte com ele. Quem prometer esse cartão precisa mostrar a página do Google que o descreve.

A folha da imobiliária

Separe uma tarde e uma folha com três colunas: o que conferir, o que você achou e quem corrige.

  1. Pegue três imóveis vendidos no mês passado. Abra o endereço antigo de cada um. Anote o que aparece: o aviso de indisponível, a página inicial ou uma página de erro.
  2. Rode a inspeção de URL do Search Console nesses três endereços. Ela mostra o código que o servidor devolveu. 2
  3. Faça no seu site uma busca com dois filtros e copie o endereço. Inverta a ordem dos filtros e compare os dois. Depois faça uma busca que não encontra imóvel e confira o código dessa página.
  4. Copie a primeira frase da descrição de um imóvel ativo. Busque essa frase entre aspas no Google. Conte em quantos endereços ela aparece.
  5. Abra o sitemap do site e procure os imóveis vendidos do primeiro item.
  6. Abra a página principal e a de um corretor. Confira nome, expressão, CRECI e letra J. Compare com o registro no CRECI do seu estado, pela busca pública quando ele tiver uma. 15 16

Boa parte das respostas depende do sistema que gera o site, e a pergunta vai para o fornecedor. Se a imobiliária tem marketing, TI e fornecedor ao mesmo tempo, a divisão de quem decide cada item está em SEO para empresas.

A próxima segunda-feira

A partir de agora, quando alguém marcar um imóvel como vendido, você vai perguntar o que acontece com o endereço dele. Quando alguém colar a descrição num portal, você vai perguntar o que a página do site diz a mais. E quando o fornecedor mostrar filtros novos, você vai perguntar quantos endereços eles criam.

Comece hoje pelos três imóveis vendidos do mês passado, com a folha ao lado.

Perguntas frequentes

Devo usar 404 ou 410 na página do imóvel vendido?

Qualquer um dos dois, quando não existe página equivalente no site. O Google indica 404 ou 410 para página removida de vez. 2 3 E trata todos os erros 4xx do mesmo jeito, com exceção do 429. 4

Publicar o mesmo texto no site e nos portais dá punição do Google?

O Google trata o caso como duplicação, e a documentação descreve o que ele faz. Quando encontra páginas iguais, agrupa as cópias e escolhe uma para mostrar. 9 Essa escolha pode cair em outro domínio. 11 Dentro do próprio site, a página sobre canonização diz que algum conteúdo duplicado é normal e não viola as políticas de spam. Ela cita o filtro e a ordenação entre as causas comuns. 9 Entre o seu site e o portal, o risco documentado é a sua página não ser a escolhida.

Existe resultado especial do Google para anúncio de imóvel?

Não na galeria de dados estruturados do Google, conferida em 14 de setembro de 2026. 19 O tipo mais próximo, aluguel por temporada, é restrito a sites integrados ao Hotel Center. 20

O número do CRECI precisa aparecer no site da imobiliária?

As resoluções do Cofeci pedem o número nos anúncios e em qualquer tipo de divulgação, com a letra J para pessoa jurídica. 14 15 É a leitura de quem escreve página. O CRECI da sua região responde sobre o seu caso.

Notas e fontes

  1. Levantamento da SEO Genome em 14 de setembro de 2026, em duas leituras. No Semrush, base Brasil, a frase “seo para imobiliária” tem 30 buscas por mês, e a base não traz retrato de resultados orgânicos para ela. Na página ao vivo do Google Brasil (google.com.br, idioma português, país Brasil, sem personalização), a primeira página trouxe visão geral criada por IA, perguntas relacionadas, anúncios, vídeos e oito resultados orgânicos, lidos no mesmo dia: creci-rj.gov.br, https://creci-rj.gov.br/google-adwords-e-seo-para-corretores-de-imoveis-e-imobiliarias/; Conectahost, https://www.conectahost.com.br/blog/seo-para-imobiliaria/; Newton, https://newton.ag/blog/seo/seo-para-imoveis-como-aplicarotimizacao-para-o-mercadoimobiliario/; ImobiBrasil, https://www.imobibrasil.com.br/blog/melhore-seu-seo-on-page/; IBRESP, https://www.ibresp.com.br/blogs/2025/estrategias-eficientes-de-seo-para-otimizar-o-blog-do-corretor/; Colibex, https://colibex.com.br/guia/seo-site-imobiliaria; Morada.ai, https://morada.ai/blog/estrategias-de-seo-para-incorporadoras/; e Cercle, https://cercle.com.br/seo-para-imobiliarias. Acesso em 14 de setembro de 2026. Os temas do corpo aparecem entre eles. Nenhum trata da página de imóvel vendido ou alugado, de códigos 404 e 410 ou de filtros de busca. O único que cita canonical é o da Colibex, num item de lista (“canonical tags: evitar conteúdo duplicado”).
  2. Google Search Central, “Troubleshoot Google Search crawling errors”, seção sobre erros soft 404, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/troubleshoot-crawling-errors, página atualizada em 18 de dezembro de 2025. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “A soft 404 error is when a URL that returns a page telling the user that the page does not exist and also a 200 (success) status code”, com “An empty internal search result page” entre os exemplos; “Such pages are excluded from Search”; “If you removed the page and there’s no replacement page on your site with similar content, return a 404 (not found) or 410 (gone) response (status) code for the page”; a sugestão de página 404 personalizada, com a mesma navegação do site e links para outros conteúdos, e “make sure the server returns a 404 HTTP status code”; “If your page has moved or has a clear replacement on your site, return a 301 (permanent redirect)”; e o uso da inspeção de URL para ver “the returned HTTP code”.
  3. Google Crawling Infrastructure, “Optimize your crawl budget”, https://developers.google.com/crawling/docs/crawl-budget, página atualizada em 22 de julho de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Return a 404 or 410 status code for permanently removed pages”; “soft 404 pages will continue to be crawled, and waste your budget”; e “Google reads your sitemap regularly, so be sure to include all the content that you want Google to crawl”.
  4. Google Crawling Infrastructure, “How HTTP status codes affect Google’s crawlers”, https://developers.google.com/crawling/docs/troubleshooting/http-status-codes, página atualizada em 4 de fevereiro de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “All 4xx errors, except 429, are treated the same” e “URLs that are already indexed and return a 4xx status code are removed from the index”.
  5. Google Search Central, “Site Moves and Migrations”, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/site-move-with-url-changes, página atualizada em 20 de agosto de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trecho: “Don’t redirect many old URLs to one irrelevant single URL destination, such as the home page of the new site. This can confuse users and might be treated as a soft 404 error.” O guia trata de mudança de site; a aplicação ao imóvel vendido é do autor.
  6. Google Search Central, “Designing a URL structure for ecommerce websites”, https://developers.google.com/search/docs/specialty/ecommerce/designing-a-url-structure-for-ecommerce-sites, página atualizada em 10 de dezembro de 2025. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Add descriptive words in URL paths”; “use long-term, persistent URLs”; “If a category has no items, use a noindex robots meta tag”; e “If your site detects that a category has become empty and automatically removes the category from on-site search and browse, consider returning a 404 (not found) HTTP status code for the page”. O guia é escrito para loja virtual; a aplicação ao imóvel e à página de bairro é do autor.
  7. Google Search Central, “Build and submit a sitemap”, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/sitemaps/build-sitemap, página atualizada em 8 de julho de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Google uses the value if it’s consistently and verifiably (for example by comparing to the last modification of the page) accurate”; “The value should reflect the date and time of the last significant update to the page. For example, an update to the main content”; e “All formats limit a single sitemap to 50MB (uncompressed) or 50,000 URLs”.
  8. Google Crawling Infrastructure, “Managing crawling of faceted navigation URLs”, https://developers.google.com/crawling/docs/faceted-navigation, página atualizada em 18 de dezembro de 2025. Acesso em 14 de setembro de 2026. O endereço antigo, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/crawling-managing-faceted-navigation, redireciona para este. Trechos: “its most common implementation, which is based on URL parameters, can generate infinite URL spaces”; “the crawlers will typically access a very large number of faceted navigation URLs before the crawlers’ processes determine the URLs are in fact useless”; “if crawling is spent on useless URLs, the crawlers have less time to spend on new, useful URLs”; “Oftentimes there’s no good reason to allow crawling of filtered items”, com a sugestão de liberar só as páginas de cada item e uma listagem sem filtros; o separador ”&”; a ordem lógica dos filtros sempre igual, sem filtro duplicado; “Return an HTTP 404 status code when a filter combination doesn’t return results”, sem redirecionar para uma página comum de erro; e a canonical e o nofollow como “generally less effective in the long term”.
  9. Google Search Central, “What is URL canonicalization”, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/canonicalization, página atualizada em 20 de agosto de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Site functions: for example, the results of sorting and filtering functions of a category page”; “Some duplicate content on a site is normal and it’s not a violation of Google’s spam policies”; “If Google finds multiple pages that seem to be the same or the primary content very similar, it clusters them together” e escolhe a página “objectively the most complete and useful for search users”; “indicating a canonical preference is a hint, not a rule”; e o processo que ajuda o Google a mostrar “only one version of the otherwise duplicate content”.
  10. Daniel Sócrates, SEO de Entidade, 2026, capítulo 12, “Dê à sua entidade uma casa oficial”. Saem daqui a imagem das caixas de som (“Quarenta e quatro endereços publicando o mesmo texto no mesmo dia não são quarenta e quatro vozes. São quarenta e quatro caixas de som ligadas a um microfone só.”), escrita sobre release de imprensa replicado e aplicada aqui, pelo autor, ao anúncio repetido em portais; e o uso da declaração estruturada “para desambiguar”. O selo desambiguação nomeia o trabalho de separar sujeitos parecidos, e a comparação com o artigo 6º da Resolução nº 1.065/2007 é leitura do autor.
  11. Google Search Central, “Fix canonicalization issues”, https://developers.google.com/search/docs/crawling-indexing/canonicalization-troubleshooting, página atualizada em 21 de agosto de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “Some hosting misconfigurations may cause unexpected cross-domain URL selection”; “In rare situations, our algorithm may select a URL from an external site that is hosting your content without your permission”; e, na seção sobre conteúdo distribuído, “The canonical link element is not recommended for those who want to avoid duplication by syndication partners, because the pages are often very different. The most effective solution is for partners to block indexing of your content.”
  12. Google Search Central, “Creating helpful, reliable, people-first content”, https://developers.google.com/search/docs/fundamentals/creating-helpful-content, página atualizada em 10 de dezembro de 2025. Acesso em 14 de setembro de 2026. Perguntas: “Does the content provide original information, reporting, research, or analysis?” e “Does the content provide substantial value when compared to other pages in search results?”
  13. Google Search Central, “Spam policies for Google web search” (em português, “Políticas de spam para a Pesquisa Google na Web”), seção “Doorway abuse”, na versão em português “Abuso de doorways”, https://developers.google.com/search/docs/essentials/spam-policies, página atualizada em 28 de agosto de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026, nas versões em inglês e em português. Exemplos: “Having multiple domain names or pages targeted at specific regions or cities that funnel users to one page” e “Creating substantially similar pages that are closer to search results than a clearly defined, browseable hierarchy”.
  14. Conselho Federal de Corretores de Imóveis, Resolução-Cofeci nº 458/1995, “Dispõe sobre a obrigatoriedade do destaque do registro profissional em documentos e anúncios publicitários”, publicada no Diário Oficial da União de 20 de dezembro de 1995, https://intranet.cofeci.gov.br/arquivos/legislacao/resolucao_0458_95_nova.pdf. Acesso em 14 de setembro de 2026. Art. 1º, com redação da Resolução-Cofeci nº 1.404/2018: “Somente poderá anunciar publicamente o Corretor de Imóveis, pessoa física ou jurídica, que tiver contrato escrito de intermediação imobiliária.” Art. 2º: “Dos anúncios e impressos constará o numero da inscrição de que fala o Artigo 4º da Lei nº 6.530/78, precedido da sigla CRECI, acrescido da letra ‘J’ quando se tratar de pessoa jurídica.” Art. 3º: número do registro ou da incorporação no cartório, em destaque, nos anúncios de loteamentos e imóveis em condomínios. Leitura de quem escreve página, e não parecer jurídico.
  15. Conselho Federal de Corretores de Imóveis, Resolução-Cofeci nº 1.065/2007, publicada no Diário Oficial da União de 24 de outubro de 2007, https://intranet.cofeci.gov.br/arquivos/legislacao/resolucao_1065_07_nova.pdf. Acesso em 14 de setembro de 2026. Dispositivos usados: art. 2º, com redação da Resolução-Cofeci nº 1.402/2017 (nome da pessoa física seguido de “corretor de imóveis”, “gestor imobiliário” ou “profissional liberal”), § 1º (número de inscrição precedido da sigla CRECI, em destaque idêntico ao da expressão) e § 2º (a expressão não pode ter tamanho inferior a 25% do nome); art. 5º, alíneas a e b (nome, razão social ou nome de fantasia da pessoa jurídica seguido de CRECI, número e letra J, com tamanho não inferior a 25% do nome); art. 6º e parágrafo único (“Nenhum nome abreviado ou nome fantasia será registrado pelo Creci se, de seus registros, já constar outro igual ou com semelhança tal que possa confundir o consumidor”); e art. 7º (“qualquer tipo de divulgação publicitária ou documental”). A inclusão do site nessa regra é leitura do autor.
  16. CRECI-SP, “Busca por Corretores”, https://www.crecisp.gov.br/cidadao/buscaporcorretores, com “Busca por Imobiliárias” no mesmo menu do cidadão. Acesso em 14 de setembro de 2026.
  17. Ajuda do Perfil da Empresa no Google, “Guidelines for representing your business on Google” (em português, “Diretrizes para representar sua empresa no Google”), https://support.google.com/business/answer/3038177. Acesso em 14 de setembro de 2026, na versão em português. Seção “Profissionais liberais”: “Médicos, dentistas, advogados, consultores financeiros e corretores de seguros ou imóveis são profissionais liberais”; o perfil exclusivo para quem “Trabalha com o público” e “Pode ser contatado diretamente no local verificado durante o horário indicado”; “Vendedores ou agentes de geração de leads de empresas não são profissionais liberais”; e, com vários profissionais no mesmo local, o perfil da organização independente e “o título do Perfil da empresa do profissional liberal deve incluir somente o nome dele, sem o nome da organização”.
  18. Schema.org, “RealEstateAgent”, https://schema.org/RealEstateAgent; “RealEstateListing”, https://schema.org/RealEstateListing; “Apartment”, https://schema.org/Apartment; “House”, https://schema.org/House; e “SingleFamilyResidence”, https://schema.org/SingleFamilyResidence. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: RealEstateAgent, “A real-estate agent”, na hierarquia Organization > LocalBusiness > RealEstateAgent; RealEstateListing, “a listing that describes one or more real-estate Offers (whose businessFunction is typically to lease out, or to sell)”, com o aviso “This term is in the ‘new’ area - implementation feedback and adoption from applications and websites can help improve our definitions”; e a propriedade numberOfRooms nos tipos de imóvel. O schema.org é vocabulário público de marcação, e o texto não afirma que o Google usa esses tipos.
  19. Google Search Central, “Structured data markup that Google Search supports”, https://developers.google.com/search/docs/appearance/structured-data/search-gallery, página atualizada em 15 de junho de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. A lista traz, entre outros, Product, Event, Job posting, Local business e Vacation rental, e nenhum tipo para anúncio de imóvel à venda ou para locação.
  20. Google Search Central, “Vacation rental (VacationRental) structured data”, https://developers.google.com/search/docs/appearance/structured-data/vacation-rental, página atualizada em 8 de setembro de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trechos: “These instructions are intended for sites that have already connected with a Google Technical Account Manager and have access to the Hotel Center” e “This feature is limited to sites that meet certain eligibility criteria”.
  21. Google Search Central, “Local business (LocalBusiness) structured data”, https://developers.google.com/search/docs/appearance/structured-data/local-business, página atualizada em 8 de setembro de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trecho: “Use the most specific LocalBusiness sub-type possible”.
  22. Google Search Central, “General structured data guidelines”, https://developers.google.com/search/docs/appearance/structured-data/sd-policies, página atualizada em 10 de julho de 2026. Acesso em 14 de setembro de 2026. Trecho: “Google does not guarantee that your structured data will show up in search results, even if your page is marked up correctly according to the Rich Results Test.”

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Daniel Sócrates

Fundador e CEO da SEO Genome

Autor de SEO de Entidade. Escreve sobre o que a casa aplica em cliente.

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